Uma rede de seis imigrantes chineses e um português começa a ser julgada terça-feira, na 2ª Vara Criminal de Lisboa, por crimes de auxílio à imigração ilegal, de branqueamento de capitais e de falsificação.

O grupo foi desmantelado em 2011 pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. A partir de Portugal, os sete arguidos estabeleciam contactos com máfias chinesas em França, na Alemanha e em Itália, angariando assim dezenas de trabalhadores.

Eram então forjadas autorizações de residência, contratos de trabalho, e documentos de Segurança Social que legalizavam os imigrantes asiáticos.

Entretanto, o mesmo coletivo de juízes que julgará este processo vai ler, a 22 de janeiro, o acórdão de outros 11 chineses, também acusados de auxílio à imigração ilegal, mas de mulheres orientais, para se prostituírem em Portugal.

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