UGT espera que o regime de indemnizações possa ser novamente discutido quando a 'troika' sair do País.

O Governo já disse que vai alterar a proposta entregue no Parlamento, que reduzia as compensações para 12 dias de salário por ano de casa, mas a solução agora encontrada não agrada totalmente à UGT.

Com a nova proposta, os futuros contratos a prazo terão direito a 18 dias de salário por ano, nos primeiros três anos de casa, mas os novos contratos permanentes terão apenas direito a 12 dias por cada ano, desde o início do contrato. "Para nós é completamente inaceitável que os novos contratos permanentes passem a ter apenas 12 dias desde o primeiro ano", afirmou hoje João Proença em conferência de imprensa. "Bater-nos-emos contra esta medida e exigiremos, logo que houver a saída da 'troika', que esta medida seja corrigida", continuou, apontando para Junho de 2014.

"Um futuro Governo deve claramente rever esta matéria", acrescentou João Proença, esperando que "daqui a um ano ou dois essa medida possa ser alterada".

Para o secretário-geral da UGT, o resultado das negociações com a 'troika' sobre este tema demonstra "incapacidade" e "incompetência do Governo" .

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