1.jpg


Diante dos deputados, o novo primeiro-ministro italiano apresentou o seu programa de Governo. Uma das medidas que propõs foi o corte de salários aos ministros que sejam também deputados.

"Para dar o exemplo, o primeiro ato deste governo será a sup+ressão dos salários dos ministros que são também deputados", explicou Letta, que explicou que, até agora, os ministros acumulavam os dois ordenados.

Para devolver a credibilidade à política "é preciso voltar à decência, à sobriedade, aos escrúpulos e à banalidade da gestão de um bom pai de família", afirmou Letta.

A União Europeia está "em crise de legitimidade" e tem de fazer um esfoçro para "se tornar num motor de desenvolvimento duradouro", considerou ainda Enrico Letta, num discurso em que apresentou o seu programa.

Na Câmara dos Deputados, o novo primeiro-ministro sublinhou ainda que "as políticas de retoma não podem esperar". E acrescentou: "Itália está a morrer por causa da austeridade".

Letta, de 46 anos, anunciou ainda que, caso as suas reformas não tenham sucesso dentro de 18 meses, tirará as devidas consequências e deixará o Governo.


dn