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O tribunal judicial de Lisboa marcou para setembro o início do julgamento do empresário João Paulo Sá Couto, o vice-presidente da empresa e outros 39 arguidos, entre economistas, empresários, industriais, gerentes, comerciantes, administradores, gestores, um diretor geral e uma médica.
O caso arrastou-se entre recursos de ambas as partes, com o Tribunal da Relação de Lisboa a confirmar a pronúncia de 41 arguidos por crimes de fraude fiscal e associação criminosa. Segundo a empresa, o caso tinha sido arquivado, mas o Tribunal da Relação acabou por dar razão ao recurso do Ministério Público (MP) que não concordou com o arquivamento.


jn