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  1. #16
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    Padrão Cadillac Coupe De Ville (1975)

    Esta versão da Cadillac possuía quatro portas, tracção traseira e caixa automática de 3 velocidades. Estava equipada com um motor de 8194 cc e 190 cv de potência. A sua velocidade máxima era de 185 km/h e o consumo de 27 litros aos 100 km.

    Com 5,8 metros de comprimento, este cupê oferecia um espaço
    interno maior que muitos apartamentos em Nova Iorque. O nome
    "De Ville" vem do francês de "la ville" ou "de ville", que significa
    "da cidade".
    Última edição por mjtc; 06-03-2018 às 21:35.

  2. #17
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    Padrão Carros Banheiras pelo Mundo!

    Apesar da década de 50 e 60 ser fértil em banheiras norte-americanas, nas décadas seguintes, enormes automóveis do tipo banheira proliferaram pelos States. Até mesmo alguns países seguiram essa moda, como é o caso da Alemanha com o Mercedes-Benz 600 de 1965, com 5,5 metros de comprimento e 2600 kg. Ou o famoso Ford Galaxie Landau, uma autêntica banheira de luxo fabricada pela Ford brasileira. Com 5,3 metros de comprimento, 2 metros de largura, motor V8, foi o automóvel favorito dos directores de empresas, chefes de Estados e usado até nos casamentos. Nos E.U.A. teve quatro gerações ao longo da vida.
    Última edição por mjtc; 06-03-2018 às 21:36.

  3. #18
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    Padrão Mercedes-Benz 600 (1965)

    O 600 da Mercedes-Benz foi um grande automóvel de luxo oferecido em várias versões em todo o mundo. Introduzido em Setembro de 1963, tinha muitos poucos concorrentes, entre os quais, o Rolls-Royce, o Bentley, Cadillac Fleetwood 75, a esticada Lehmann-Peterson Lincoln , e a Chrysler Imperial Crown Ghia. A produção começou em 1964 e cerca de 600 variantes foram construídas até 1972. A crise do petróleo, bem como a introdução de novos Classe S modelos, diminuiu a produção. Mas a sua produção modesta continuou até 1981. Durante este tempo, foram feitos 2677 veículos.

    A Mercedes-Benz introduziu o 600 no Salão do Automóvel Internacional de Frankfurt
    em 1964. Alimentado por um motor V8 de 250 cv de 6,3 litros, o Mercedes 600 acelera
    mais como um carro desportivo de que uma limousine tradicional.

    O Mercedes 600 era tão pesado que o maior motor da Mercedes, nesse momento, 6 cilindros de 300, era inadequado. Em vez de um novo motor com mais do dobro da capacidade, foi desenvolvido para mover o veículo e as suas comodidades accionados hidraulicamente, o motor 6,3 litros V8 M-100”, com comando no cabeçote simples (SOHC) e Bosch mecânico de injecção de combustível.

    O motor M-100 e o sistema hidráulico do 600 foram montados no 300SEL 6,3 litros de 1968, criando naquela época, o mais rápido sedan de quatro portas do mundo. Após a introdução do chassis "W116", uma versão maior da M-100 foi instalado na Mercedes-Benz 450SEL 6,9 litros.

    O Mercedes 600 apresentou muitas características de luxo, incluindo um complexo hidráulico sistema de pressão de 150 bar (2176 psi) que era alimentado a partir das janelas e assentos para as portas de fecho automático, tecto de abrir, e tampa da mala. As ajustáveis suspensões a ar, permitiu ao carro circular sobre qualquer piso com um conforto, sem sentir nenhum solavanco, tornando a viagem muito agradável. O Mercedes 600 apresentou duas versões principais: sedan de 4 portas e sedan de 4 portas, com uma janela divisória que separa os bancos dianteiros do banco traseiro.

    Um exemplar de 4 portas landaulet (tipo de modelo com uma divisória no meio que separa o motorista do passageiro, normalmente usado em limousines) foi construído pela Mercedes em 1967, e encomendado pelo conde von Berckheim. Kim Jong-Il também possuía uma landaulet vista no desfile de aniversário em 1965; e em Pyongyang no dia 10 de Outubro de 2010. O Mercedes 600 foi muito apreciado por muitos governos e artistas de todo o mundo.

    Em Setembro de 1965, um modelo de quatro portas Pullman Landaulet (conversível parcial) foi construído
    para o Papa Paulo VI. Tem um banco individual numa plataforma elevada que permite uma superfície plana,
    um tecto levantado e as portas traseiras estendidas. Este veículo foi utilizado pelo Vaticano por duas décadas
    e serviu três papas, voltando para casa para o Museu Mercedes-Benz em 1985.

    O prestigiado 600 permaneceu em produção no período de 1963-1981, com um
    total de 2677 veículos produzidos. Havia 2169 Limousines BES, 428 Pullmans e
    59 landaulets.
    Última edição por mjtc; 06-03-2018 às 21:45.

  4. #19
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    Padrão Ford Galaxie/Landau (1967-1983)

    Quando a Ford resolveu começar a fazer automóveis de passageiros no Brasil, em 1967, o escolhido não foi um carro popular, ou um sedan discreto, e sim o Galaxie: o melhor carro de luxo já produzido no Brasil. Tinha 5,3 metros de comprimento, 2 metros de largura, motor V8, e reinou durante longos anos no topo da lista de automóveis dos directores de empresas, chefes de Estado e casamentos. Nos E.U.A., teve quatro gerações ao longo da vida.

    O Ford Galaxie foi fabricado pela Ford no Brasil, desde 1967 a 1983, totalizando 77.850 unidades produzidas. Trata-se de um modelo sedan luxuoso, contando com ar condicionado e direcção assistida já no fim da década de 1960, itens considerados opcionais até hoje muitos carros. Foi eleito pela revista Mecânica Popular como o Carro do Ano de 1967.

    Em 1965, a Ford do Brasil já anunciava o lançamento de um moderno carro de luxo. O Ford Galaxie fabricado no Brasil foi apresentado no V Salão do Automóvel, no ano de 1966. O modelo era baseado no Ford Galaxie 500 sedan americano de 1966. A sua fabricação teve início no ano de 1967.

    O Galaxie 500 brasileiro era um sonho de consumo da alta sociedade. Tinha um motor V8 Y-Block 272 de 4,5 litros (4458 cc) que rendia 164 cv brutos, emprestado da linha de camiões da Ford brasileira (posteriormente, em 1969, um novo teste no dinamómetro revelou um novo valor de potência bruta: 170 cv) e pesava 1780 kg. Com o motor 272, o Galaxie 500 atingia de velocidade máxima: 150 km/h, e fazia de 0 a 100 km/h em 14,9 segundos. Além dos seus 5,33 metros de comprimento, esta banheira brasileira tinha suspensão e bancos muito macios.

    Em 1969, foi lançada a versão LTD do Galaxie, mais luxuosa, com acabamento
    do painel e das portas melhorado, tecto em vinil, ar condicionado e caixa automática
    opcional. O LTD foi o primeiro carro brasileiro a ter caixa automática e o segundo
    a ter ar condicionado e foi responsável por popularizar essa moda no país.

    A versão era equipada com um novo motor, o 292 V8, que já vinha equipando as últimas versões de 1968. Este motor era o 272 redimensionado. Com 4,8 litros (4785 cc), rendia 190 cv brutos. Com o 292, o Galaxie 500 de 1970 alcançava de velocidade máxima: 160 km/h e fazia 0 a 100 km/h em 13 segundos. O LTD, no entanto, era mais lento, devido à caixa automática. A sua velocidade máxima aproximava-se dos 150 km/h e sua aceleração de 0 a 100 km/h era realizada em cerca de 15 segundos. A partir de 1970 esse motor seria montado em toda a série Galaxie. Os motores Y-block 272 e 292 eram famosos pelo altíssimo torque e pela alta resistência.

    Para 1980 só eram disponíveis os modelos LTD e Landau. Por causa da crise do petróleo, foi lançada a versão com motor 302 movida a álcool com enorme tanque de 107 litros, que chegou a responder pela maioria das vendas. Neste ano também surge a famosa cor Azul Clássico para o Landau, que dava um toque de classe a mais no carro.

    No ano de 1980 quando o Papa João Paulo II visitou o Brasil, foi fabricado um modelo especial
    de Landau apelidado de Landau-Papamóvel, que foi usado durante a estadia do Papa nas cidades
    de São Paulo, Aparecida do Norte e Salvador.

    No ano de 1982 encerrava-se a produção do LTD. A única versão disponível passou a ser a topo de linha Ford Landau. Em 2 de Abril de 1983, o Galaxie saiu de linha totalizando 77.850 unidades produzidas nos seus 16 anos de luxo. Neste último ano somente 125 unidades foram produzidas. Nesta época, com o agravamento da crise do petróleo, diminuiu a procura pelos sedans grandes, o que levou a Ford a encerrar a produção deste que foi o mais luxuoso automóvel produzido no Brasil.

    Curiosidades:

    Após o fim da sua produção (1983), o então presidente José Sarney manteve duas unidades a etanol como Carro Presidencial Brasileiro até ao fim de seu mandato, em 1990.

    Mesmo com a produção encerrada, muitas pessoas, incluindo diversas personalidades políticas e televisivas continuaram a usar este modelo de luxo.

    Última edição por mjtc; 06-03-2018 às 21:54.

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