“Tenho pena que não se lhe reconheça o devido mérito, porque o que ele tem dado à equipa tem sido, por vezes, grandioso”, disse Paulo Fonseca sobre Defour, após o jogo com o Gil Vicente. As dificuldades sentidas pelos dragões em Viena provaram que as palavras do técnico sobre a importância do médio na estrutura da sua equipa não eram apenas de circunstância. Afinal, Defour pode muito bem ser a chave para que Paulo Fonseca consiga consolidar no seu FC Porto o novo modelo que escolheu para o meio-campo dos tricampeões.

No Prater, perante os obstáculos impostos pelo adversário e a aparente falta de capacidade de Josué para ligar a equipa jogando mais perto de Fernando – a reação do técnico foi colocar o português mais adiantado no terreno e entregar as despesas defensivas apenas ao brasileiro já na segunda parte –, ficou comprovada a influência de Defour nas manobras azuis e brancas. Agora, e depois de ter cumprido castigo na Champions, o internacional belga volta ao lote de disponíveis com o moral bem alto... como nunca teve.



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