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O ministro da Saúde da Arábia Saudita anunciou este domingo que a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS) matou mais uma pessoa, elevando para 55 o número de mortes por causa deste vírus no país.

De acordo com a informação divulgada pelo ministro, a vítima é um homem saudita de 37 anos, que faleceu em Riade.

A Organização Mundial de Saúde foi informada da existência de 155 casos a nível mundial, confirmados por testes de laboratório, incluindo 64 mortes, a maior parte das quais na Arábia Saudita.

Especialistas procuram compreender a doença, mas até ao momento não encontraram uma vacina.

Em agosto, vários investigadores mencionaram os camelos da Arábia como possíveis hospedeiros do vírus.

Este vírus já é considerado o mais mortífero, mas menos transmissível, 'primo' do Síndrome Severo de Respiração Aguda (SARS, na sigla inglesa) que irrompeu na Ásia em 2003 e infetou mais de oito mil pessoas, nove por cento das quais morreram.
À semelhança do SARS, o MERS parece causar uma infeção pulmonar, com os doentes a manifestarem febre, tosse e dificuldades respiratórias.

O MERS causa ainda uma incapacidade renal e tem, para já, uma taxa de mortalidade mais elevada.

A doença já chegou à Europa, com um casos em Espanha, França, Itália, Alemanha e Reino Unido.

Todos os casos conhecidos nestes países envolveram pessoas que tinham viajado recentemente para a Arábia Saudita.



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