A federação da UGT na Andaluzia (Espanha) distribuiu 700 malas falsificadas na China, idênticas às de uma conhecida marca espanhola, a participantes no congresso da organização em 2009, emitindo faturas falsas que depois remeteu para o Governo regional.



Segundo a edição de hoje do jornal El Mundo, as malas e canetas de outra marca, também falsificadas, foram distribuídas no IX Congresso da UGT na Andaluzia, em que foi eleito o atual secretário-geral da central sindical nesta região espanhola.




Além de distribuírem cópias de malas fabricadas por uma empresa espanhola, os responsáveis da polémica decisão remeteram o seu custo (mais de 100 mil euros) à Junta da Andaluzia, com faturas falsas que se aproveitaram de fundos da União Europeia.
Para camuflar o destino real dos fundos, a UGT usou subsídios que foram dados na altura para publicidade de programas de formação destinados a desempregados andaluzes (programa Formam XXI) e outros apoios para planos de mulheres e juventude.
Questionado sobre a notícia de hoje, o secretário-geral da UGT nacional, Cándido Méndez, instou a organização na Andaluzia a "dar um passo adiante" e "assumir responsabilidades" por este caso.
Em declarações à Cadena Ser, Méndez, que sublinhou a autonomia da cada estrutura regional da UGT, disse que, pessoalmente se sente "muito mal" com este assunto



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