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Nunca a Aldeia de Santo André tinha recebido tão grande mole humana na despedida de uma pessoa, como a vista esta terça-feira à tarde, no funeral de Bruno Chainho, o militar da GNR morto na noite de sábado num restaurante do Pinhal Novo.

Mais de mil pessoas, na esmagadora maioria efectivos da Guarda Nacional República, entre os quais os agentes do posto de Pinhal Novo, incluindo um dos militares que foi ferido no restaurante, estiveram esta terça-feira em Santo André.
Depois da missa, a urna de Bruno Chainho foi transportada pelos colegas do posto do Pinhal Novo para o cemitério da aldeia, que dista escassos 100 metros da igreja.
Marcaram presença Miguel Macedo, ministro da Administração Interna e o general Newton Parreira, comandante-geral da GNR, além de membros das aasociações sócio-profissionais, visivelmente emociados com o clima de dor que envolvia a família de Bruno Chainho, filho único do casal Sérgio e Alcina.
Para prestar a derradeira homenagem ao colega de armas, o Comando Territorial de Setúbal (CTS) da GNR, fez deslocar efectivos de outros postos para permitir a presença dos militares colocados no Pinhal Novo.
Também o Corpo de Fuzileiros fez deslocar um pelotão de militares para render homenagem a um antigo companheiro.



jn