Dois militares da gnr vão ser julgados, um por ter dormitado durante o serviço e outro por ter recusado fazer a cumprir uma ordem, alegando falta de pessoal.



César Nogueira (à esquerda), da APG, e João Magalhães


A Polícia Judiciária Militar (PJM), que investigou os dois casos, e o Ministério Público (MP), que os apreciou, concluíram pela não existência de crimes e pelo arquivamento, mas o assessor jurídico da GNR, que representa a instituição militar, "deu ordens" para que o guarda Patrick Fontes, de Braga, e o sargento-chefe Jorge Soares, de Guimarães, fossem acusados, afirma João Magalhães, o advogado que defende ambos os polícias.
Patrick Fontes, que tem julgamento marcado para junho, foi encontrado, em 2013, no posto do Sameiro, Braga, pelo capitão Adelino Silva, às cinco da madrugada, a dormitar num sofá, sem botas e com um saco-cama até à cintura, quando estava de serviço no atendimento.



jn