Yingluck Shinawatra, antiga primeira-ministra da Tailândia

A antiga primeira-ministra da Tailândia, Yingluck Shinawatra, compareceu hoje perante a junta militar que na quinta-feira tomou o poder através de um golpe de Estado, e consta de uma lista de mais de 150 pessoas impedidas de sair do país.
Yingluck Shinawatra foi destituída pelo Tribunal Constitucional no início do mês. A antiga primeira-ministra deslocou-se hoje a uma base militar em Banguecoque, depois de ter sido convocada pela junta militar, juntamente com mais de 100 personalidades, incluindo membros da sua família e partido político, oposição, e líderes dos manifestantes, informou o grupo de comunicação estatal.



"Ela chegou", disse à imprensa Wim Rungwattanajinda, colaborador da ex-primeira-ministra convocada entre mais de uma centena de políticos, incluindo Niwattumrong Boonsongpaisan, que sucedeu a Yingluck Shinawatra, e que estava em parte incerta desde o golpe de Estado ocorrido na quinta-feira.
Também acorreu ao local o general Somchai Wongsabat, ex-primeiro-ministro em 2008 pelo mesmo partido político, informou pelo Twitter um jornalista do Canal 3 cujas transmissões, como as das restantes televisões, estão suspensas.
Sonmchai estava acompanhado da mulher, Yaowapa, irmã de Yingluck e do líder do clã, o ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, deposto no último golpe, em 2006, e desde então exilado no Dubai.
Entretanto, a junta militar que tomou o poder na Tailândia, disse hoje que proibiu de 155 pessoas, incluindo a antiga primeira-ministra, de deixarem o país.



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