Jovens rezam numa escola islâmica em Maiduguri, Nigéria
O Exército nigeriano anunciou esta segunda-feira ter localizado as cerca de 220 raparigas sequestradas pelo grupo islamita Boko Haram a 14 de abril, mas recusa utilizar a força para libertá-las.

Segundo o jornal espanhol "La Vanguardia", o chefe da Defesa Aérea, Alex Badeh, recusou revelar ao diário nigeriano "The Punch" onde estão por se tratar de um segredo militar e referiu que não irá ser usada a força para evitar que os extremistas as matem durante a operação de libertação.
Durante a tarde, a BBC noticiou que o governo nigeriano tinha cancelado o princípio de acordo que estaria a ser negociado com o Boko Haram para a libertação de pelo menos metade das raparigas.
No domingo, mais 24 pessoas foram mortas na sequência de um novo ataque deste grupo. De acordo com "La Vanguardia", cerca de 20 guerrilheiros apareceram armados com metralhadoras e explosivos na localidade de Kamuyya, no nordeste do país.
Invadiram o mercado semanal, abriram fogo contra os cidadãos e incendiaram a maioria das tendas. Segundo os habitantes, o grupo visitou na passada semana a localidade e exigiu a entrega de 250 mil nairas (cerca de 1100 euros) para financiar as suas ações. Caso o dinheiro não fosse entregue, ameaçaram atacar Kamuyya, o que veio a acontecer.



jn