Numa suposta "formação" após o processo de recrutamento para trabalhar numa loja de produtos naturais, uma candidata acabou violada pelo patrão. Foi condenado a um ano de prisão, com pena suspensa.

Várias mulheres desempregadas mostraram-se interessadas no emprego, num estabelecimento situado no concelho da Trofa. Mas só Maria (nome fictício) foi escolhida, a 22 de setembro de 2012.



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