Perigo de perturbação do inquérito é o argumento que sustenta a revalidação da prisão preventiva. Ex-primeiro-ministro está detido desde 25 de novembro do ano passado.
José Sócrates vai ficar mais três meses em prisão preventiva. A decisão invoca como fundamento, segundo o Correio da Manhã, que o ex-primeiro-ministro poderá perturbar a investigação caso seja libertado. Sócrates foi detido a 21 de novembro do ano passado e está na cadeia de Évora desde o dia 25 de novembro



O procurador Rosário Teixeira que lidera a investigação e o juiz de de instrução criminal Carlos Alexandre voltaram a estar de acordo. No último despacho do Tribunal da Relação, citado pelo jornal, é considerado que o prazo para terminar a investigação é de ano e meio.



dn