Escuderia tem amplas divergências com a Federação Internacional de Automobilismo. Não quer limite de custos nem motor standard


Falta de competitividade, perda de audiências, circuitos míticos sem capacidade financeira para se manterem no atual calendário da competição automobilística. Tudo parece estar a acontecer à Fórmula 1.Mas o que ninguém suspeitava era que a Ferrari, 16 vezes campeã de construtores e 15 vezes a nível individual, colocasse em cima da mesa a possibilidade de abandonar o grande circo.No cerne da questão existem diversas divergências entre a Ferrari e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a Formula One Management (FOM), entidade que gere a competição. A começar por alteração às regras e que tinham a ver com o custo para as equipas.Um recente estudo realizado pela FIA e a FOM aconselhava que existisse um teto global de custos que se refletisse, sobretudo, na estandardização das peças dos carros.Porém, a Ferrari exerceu o seu direito de veto, algo que lhe é conferido pelos acordos que regem a Fórmula 1.


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