Gwyneth Montenegro, uma acompanhante de luxo australiana, de 39 anos, que dormiu com mais de 10 mil homens a troco de dinheiro, mas que se assume como uma cristã devota, fez correr muita tinta na imprensa norte-americana há uns tempos atrás.

Agora, a mulher que fez furor pela sua história de vida, explica o que a levou a seguir um caminho profissional na indústria do sexo aos 21 anos. Atualmente, com 39 anos, Gwyneth já não exerce a sua antiga profissão mas garante que não se arrepende nem envergonha do que fez.

Gwyneth foi violada aos 18 anos, por um gangue de cerca de oito homens, que abusaram dela em conjunto.

Este acontecimento virou a vida da jovem cristã de pernas para o ar. "Eu estava a guardar-me para só ter relações sexuais depois do casamento. Quando aquilo aconteceu senti-me uma mulher sem qualquer tipo de valor", revela a ex-acomapanhante de luxo à imprensa norte-americana.

Um ano depois, Gwyneth começou a fazer espetáculos de striptease em casas de alterne e daí até começar a ser paga para ter sexo foi um ápice. "A primeira vez que um homem me pagou para ter relações sexuais com ele senti que era justo. Afinal estávamos a dar algo em troca um ao outro. Eu na altura sentia-me uma mulher tão suja, devido ao que me tinha acontecido, que não me incomodou absolutamente nada fazê-lo", acrescenta.

Com 29 anos, Gwyneth tentou abandonar a profissão e formou-se em pilotagem de aviões, no entanto, acabou por regressar à indústria do sexo, depois de lhe ter sido diagnosticada uma insuficiência renal, que a impossibilitava de voar. No entanto, foi aos 33 anos, altura em que se formou em psicoterapia, que a mulher mudou de vida, numa época em que já tinha enriquecido devido à antiga profissão.

Gwyneth dormiu com 10 mil homens diferentes ao longo dos anos em que exerceu a profissão de acompanhante de luxo.

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