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Tópico: Dakar 2018

  1. #1
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    Padrão Dakar 2018

    PAULO GONÇALVES É BAIXA CONFIRMADA PARA O DAKAR


    Está confirmada a ausência de Paulo Gonçalves na edição deste ano do Rali Dakar. Apesar de lesionado num ombro, o piloto português viajou com a equipa da Honda para Lima, Peru, no dia 29, mas depois de alguns testes concluiu que a sua condição física não lhe permite participar.

    O piloto tem lesões no ombro e joelho, resultantes de um acidente sofrido durante um treino efetuado no Algarve.

    A prova começa dentro de dois dias.

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  2. #2
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    Carlos Sousa aceitou convite inesperado e aponta ao top 10


    O 'veterano' Carlos Sousa parte no sábado para mais uma participação no Rali Dakar, regressando para a 40.ª edição ao volante de um Renault depois de um convite "inesperado" e em busca de um lugar no top 10.

    A participação no Dakar deste ano, depois de não ter marcado presença em 2017, "não estava de todo nos planos, foi um convite um pouco inesperado", mas, depois de ser "apanhado de surpresa", o facto de ser a 40.ª edição e a 10.ª em solo sul-americano convenceu o experiente piloto, que tem como objetivo "terminar nos 10 primeiros".

    "Não tenho como pensar noutro resultado que não este. As equipas de primeira linha são muito fortes, há logo 12 candidatos dessas equipas", referiu à agência Lusa.

    O piloto de Almada, que faz 52 anos no dia da 10.ª etapa, entre Salta e Belén, é um dos mais experientes pilotos do pelotão que este ano vai iniciar o Dakar, com 17 participações desde a estreia, em 1996, e um terceiro lugar em 2003 como maior destaque.

    Além do pódio, Sousa conseguiu terminar por 10 vezes no 'top 10' da prova, o que demonstra a consistência que tem demonstrado na corrida.

    Como navegador do luso no Renault Duster estará outra voz experiente da prova 'rainha' do todo-o-terreno mundial, o francês Pascal Maimon, que participa na prova desde os anos 1980 e, em 2002, se sagrou vencedor ao lado do japonês Hiroshi Masuoka.

    Para Carlos Sousa, a primeira semana, no Peru, "vai decidir que não vai ganhar o Dakar", porque as etapas de areia já vão ditar "uma diferença considerável entre os participantes".

    As dunas até podem beneficiar o português, uma vez que o caráter "mais difícil e técnico" das primeiras cinco etapas jogam a favor dos pilotos experientes, antes da altitude na Bolívia e das "zonas mais rápidas na Argentina".

    "Sendo a primeira semana mais técnica, vem mais ao de cima a experiência e menos a rapidez do piloto, e com tantos dias de prova já espero tratar o carro por tu quando sair da areia", confessou.

    Ainda assim, as muitas dificuldades que o Dakar apresenta são relativas, uma vez que "o que é difícil para um piloto num dia, para outro é no dia seguinte", e todo o tipo de situações inesperadas podem acontecer no rali, desde "problemas técnicos, a saídas de estrada" que afetam a performance dos participantes.

    A 40.ª edição do Rali Dakar em todo-o-terreno arranca no sábado, com partida em Lima, e termina em 20 de janeiro, em Córdoba, na Argentina.

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  3. #3
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    Pedro Mello Breyner: «O grande desafio é chegar ao fim»


    O experiente piloto português Pedro Mello Breyner vai estrear-se no Rali Dakar na 40.ª edição, que arranca no sábado em Lima, tornando-se no primeiro português a competir na categoria de 'buggys' (SSV).

    O 'veterano' de 58 anos, que participou nas 24 Horas de Le Mans em 1997 e 1999, tem mais de 30 anos de carreira em provas de automobilismo e decidiu agora atirar-se ao "maior rali do mundo", com a ambição de "terminar a prova", segundo explicou à agência Lusa.

    Os SSV são veículos utilitários ou de recreação que têm sido cada vez mais utilizados em provas de todo-o-terreno, tendo sido introduzidos como categoria oficial no Dakar na prova de 2017, que teve como primeiros vencedores os brasileiros Leandro Torres e Lourival Roldan.

    "O grande desafio é chegar ao fim, sem dúvida. Não há muito historial destes carros no Dakar, é uma prova de resistência e estes carros têm capacidade e robustez para chegar ao fim, mas depende do tratamento que lhes for imposto. Tem que se ponderar muito bem o ritmo, não pensar em classificações de todo", referiu o piloto, que será acompanhado por Pedro Velosa.

    As semelhanças com Le Mans, disse, são "muitas", principalmente "em termos estratégicos, de poupar a mecânica a pensar numa estratégia a longo prazo", até porque a prova conta com grandes distâncias e um "terreno que se vai virar contra os pilotos", em particular na categoria que vive em 2018 a segunda edição.

    "Sinto-me um pouco pioneiro, sim. Acredito que estes veículos são robustos e viáveis para vingarem no Dakar, e mesmo criar alguma surpresa", principalmente nos primeiros dias, na areia, onde devem conseguir "um andamento muito interessante", comentou.

    O facto de ser o primeiro português a participar na classe SSV da prova 'rainha' do todo-o-terreno mundial "acresce mais um pouco a responsabilidade de tentar chegar ao fim", mas o piloto lisboeta quer "respeitar os limites" do corpo e do carro para "chegar à meta em Córdoba".

    Mello Breyner referiu estar a encarar o Dakar "com bastante humildade, mas com elevado grau de certeza de atingir a meta", apontando a "vontade e experiência como componentes muito importantes", aliadas a uma boa navegação e rapidez.

    Com uma estratégia a longo prazo e depois de "treinos intensos" em duna, em Marrocos, o piloto está "muito otimista no desempenho do carro" e espera transportar o trabalho dos treinos para a prova.

    E se Mello Breyner é um 'rookie' na prova sul-americana, Pedro Velosa vai para a quarta participação, depois de ter participado em 2011, nos carros, abandonando na terceira etapa, e em 2014 (45.º) e 2015 (24.º) nos camiões.

    A 40.ª edição do Rali Dakar em todo-o-terreno arranca no sábado, com partida em Lima, e termina a 20 de janeiro, em Córdoba, na Argentina.

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  4. #4
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    Padrão Dakar: Os horários da 1ª etapa

    O Dakar 2018 arranca hoje, Sábado, 6 de janeiro/1ª Etapa (Lima/Pisco) – 272 km (SS: 31 km).




    Arrancando do Perú, o Dakar serve logo na etapa de abertura um dos seus ‘pratos fortes’: a areia. Com uma distância seletiva relativamente curta (31 Km), será a primeira prova de fogo para os especialistas deste tipo de pista e o primeiro desafio para os restantes concorrentes. A descida, antes de chegar à margem de um lago, poderá fazer a diferença, devido à delicadeza de condução que exigirá.




    Horários de partida da especial (Hora de Portugal)



    Motos: 16:00



    Quads: 18:05



    Autos: 19:04


    SxS: 20:13


    Camiões: 21:39










    Não precisa agradecer, basta comentar



  5. #5
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    Villas-Boas a 11 minutos de Al-Attiyah na 1ª etapa


    O qatari Nasser al-Attiyah, duas vezes vencedor do Dakar, ganhou a primeira etapa da edição de 2018 da maior aventura de todo o terreno do Mundo. O piloto, ao voltante de uma Toyota Hilux, terminou a especial de 35 quilómetros, disputada no Peru, com 25 segundos de vantagem para o holandês Bernhard ten Brinke, seu companheiro de equipa. André Villas-Boas foi 46.º, a 11 minutos do vencedor da etapa. Não foi um mau começo para o treinador português, que cumpre aos 40 anos o sonho de participar no Dakar.

    Já o francês Sebastian Loeb, nove vezes campeão do Mundo de ralis, teve um dia difícil pois foi vítima de problemas nos travões do seu Peugeot. O seu compatriota Stephane Peterhansel (que procura a 14ª vitória no Dakar), campeão em título, acabou em 11º, a 2.15 minutos de Nasser al-Attiyah

    Nas motos, o britânico Sam Sunderland, que defende o título, não podia ter começado melhor. O piloto da KTM ganhou com 32 segundos de vantagem sobre o francês Adrien van Beveren, aos comandos de uma Yamaha.

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  6. #6
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    Estado clínico de Joaquim Rodrigues com informações positivas


    Joaquim Rodrigues, piloto português da Hero MotoSports que este sábado sofreu uma violenta queda na primeira etapa do Dakar, já está a recuperar no hospital e com evolução positiva.

    "As primeiras informações sobre o estado do piloto português são positivas, estando sob observação médica", pode ler-se na conta de Instagram do piloto.

    Também a equipa de Joaquim Rodrigues publicou uma fotografia do piloto, acompanhada da seguinte frase: "O verdadeiro feito de um herói é escalar na adversidade e levantar-se para correr noutro dia. Desejamos ao nosso piloto JRod uma rápida recuperação".

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  7. #7
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    Carlos Sousa penalizado em duas horas, Villas-Boas sobe a 42.º


    O português Carlos Sousa (Renault) foi penalizado em duas horas na primeira etapa do Rali Dakar e caiu para a 94.ª posição da classificação da prova de todo o terreno, enquanto André Villas-Boas (Toyota) deu um 'pulo' para 42.º.

    Depois de ter concluído no sábado os 31 quilómetros da 'especial' de abertura no 30.º lugar, a 5.48 minutos de Nasser Al-Attiyah, do Qatar, primeiro líder, Sousa já esperava 20 minutos de penalização por ter falhado um ponto de controlo, mas a classificação atualizada reflete uma punição de duas horas.

    "Perdemos pelo menos dois minutos à procura de um 'waypoint' e falhámos outro. Por isso, já sabemos que vamos receber uma penalização de 20 minutos. É o Dakar. Daqui para a frente só pode correr melhor", afirmou o experiente piloto português, citado pela sua assessoria de imprensa depois de completada a ligação entre Lima e Pisco, no Peru, num total de 273 quilómetros.

    Numa etapa em que as dificuldades de navegação foram o maior obstáculo dos pilotos, André Villa-Boas beneficiou das penalizações impostas a vários pilotos para fechar o dia no 42.º lugar, ganhando quatro posições.

    A aproveitar a paragem na sua carreira de treinador de futebol para cumprir o sonho de participar no Dakar, acompanhando pelo experiente Rúben Faria, desta vez no papel de navegador, Villas-Boas está a 11.01 minutos do líder.

    A primeira etapa nas motas ficou marcada pelo abandono de Joaquim Rodrigues (Hero), após sofrer uma queda ao tentar passar uma duna, em pleno deserto de Pisco, no Peru. O português calculou mal a altura da duna, pouco depois da partida do setor cronometrado, e acabou por cair de forma desamparada, tendo sido transportado de helicóptero para o hospital.

    A desistência de Joaquim Rodrigues junta-se assim às ausências de última hora de Paulo Gonçalves e Mário Patrão, o que deixa a participação lusa reduzida a Fausto Mota (KTM), 56.º, a 9.05 minutos do vencedor da primeira tirada, o britânico Sam Sunderland (KTM), 'campeão' do ano passado.

    Pedro Mello Breyner (CAT Racing) é o único piloto luso de UTV, a designação para as viaturas próprias para andar fora da estrada. É o quarto posicionado, a 3.43 do líder, o peruano Aníbal Aliaga.

    Para domingo, a segunda etapa já tem 267 quilómetros cronometrados, sempre no Peru, na região de Gran Tablazo de Ica, quase sempre fora de estrada e a obrigar a um bom trabalho de navegação.

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  8. #8
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    Joan Barreda lidera nas motos e Cyril Despres nos automóveis


    O espanhol Joan Barreda (Honda), nas motos, e o francês Cyril Despres (Peugeot), nos automóveis, foram este domingo vencedores na segunda etapa do Rali de todo-o-terreno Dakar'2018, assumindo a liderança da prova sul-americana.

    Os 267 quilómetros de especial, com partida e chegada a Pisco, no Peru, foram marcados por muitas dunas, a obrigar a forte esforço de navegação, bem aproveitados pelas equipas mais fortes, nomeadamente pela esquadra da Peugeot, nos automóveis.

    Depois de terem ficado fora do top-10 na curta etapa inaugural, os concorrentes da marca do leão dominaram em toda a linha e fizeram pódio, com os gauleses Despres, Peterhansel e Sebastien Loeb.

    Despres, já pentacampeão em motas, ainda procura a estreia como vencedor em automóveis, mas terá antes do mais que contar com a experiências dos seus companheiros de marca.

    Por enquanto, a diferença entre eles é mínica e não é claro quem será a aposta para vencer: Despres tem 27 segundos de avanço sobre Peterhansel e 6.09 sobre Loeb (quarto na geral).

    O melhor dos Toyota é agora o sul-africano Giniel de Villiers, quarto na etapa e terceiro na geral, a 6.09 de Despres.

    Carlos Sousa (Renault Duster) foi o português mais rápido nesta etapa de Pisco, com mais 1:24.36 que Despres, o que lhe valeu o 25.º lugar no dia.

    Como consequência, passou a ser o melhor luso em prova, em 29.º, a 1:47.48, já com uma penalização de 20 minutos na primeira etapa, embora na véspera a classificação tenha chegado a mostrar uma penalização de duas horas.

    André Villas-Boas (Toyota), hoje 44.º, desceu uma posição na geral, para 43.º, a 3:36.44 horas.

    Nas motos, Barreda fez valer a sua experiência, no que é já a 21.ª vitória na carreira. Fechou o circuito das dunas 4.24 minutos à frente do francês Adrien Van Beveren (Yamaha), também segundo na geral - tal como na véspera, então atrás do britânico Sam Sunderland (Yamaha).

    O único português ainda em prova é Fausto Mota (Tesla-Tamega Rally), em 72.º.

    A terceira etapa, segunda-feira, vai de Pisco a San Juan de Marcona, na costa Pacífico do Peru. São 502 quilómetros, dos quais 295 de especial.

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  9. #9
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    Terceira etapa com mudanças nos carros e nas motos


    O britânico Sam Sunderland (KTM) venceu esta segunda-feira a terceira etapa do Rali Dakar, entre Pisco e San Juan de Marcona, no Peru, e subiu à liderança da geral de motos, enquanto Stéphane Peterhansel (Peugeot) lidera nos carros.

    O 'Senhor Dakar' já lidera, depois de ter ultrapassado o colega de equipa e compatriota, Cyril Despres, numa tirada ganha pelo catari Nasser Al-Attiyah (Toyota).

    Peterhansel, que já venceu a prova em 13 ocasiões, aproveitou a perda de tempo de Despres, que cedeu mais de sete minutos, e do colega de equipa e compatriota Sebastien Loeb, mais de oito, para subir ao primeiro posto e consolidar, desde logo, a liderança. Já Al-Attiyah, que já venceu o Dakar em 2011 e 2015, está no terceiro posto, a 7.43 minutos do francês.

    O dia fica ainda marcado pelo acidente do espanhol Nani Roma (Mini), que acabou por ser transportado para o hospital. O carro do espanhol capotou e deu várias voltas no ar antes de parar, com Roma a desistir da 40.ª edição da prova.

    O português Carlos Sousa (Renault Duster) continuou em bom plano e é o melhor luso em prova, subindo ao 26.º lugar da geral, a 2:51.30 horas de Peterhansel, depois de ter terminado o dia com o 23.º melhor tempo.

    "Ainda não foi hoje que conseguimos realizar uma etapa 'limpa'. Perdemos cerca de 20 minutos em dois 'atascanços' e, em ambos os casos, como soluções de recurso", apontou Carlos Sousa, em declarações à sua assessoria de imprensa.

    Também André Villas-Boas (Toyota) teve um bom dia, ao subir à 39.ª posição da geral depois de terminar a etapa em 43.º.

    Sam Sunderland, que defende o título nas motos que conquistou pela primeira vez em 2017, recuperou de um início menos bom no fim de semana e já lidera, ao terminar os 296 quilómetros de especial do dia em 03:20.43 horas, enquanto o espanhol Joan Barreda (Honda), que liderava a prova, cometeu um erro de navegação e acabou em 30.º. Em segundo, atrás do inglês, terminou o argentino Kevin Benavides (Honda), com o australiano Toby Price (KTM), campeão em 2016, a fechar o pódio.

    O único português ainda em prova é Fausto Mota (Tesla-Tamega Rally), que subiu dez posições no dia de hoje e é agora 62.º.

    Na terça-feira, os pilotos enfrentam a quarta etapa do rali, com 330 quilómetros cronometrados num circuito em San Juan de Marcona, com quase 100 quilómetros de troco em duna, um dos mais compridos da história da prova.

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  10. #10
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    Resumo - Carros/Motas - Etapa 1 (Lima / Pisco) - Dakar 2018

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    Resumo - Carros/Motas - Etapa 2 (Pisco / Pisco) - Dakar 2018

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  12. #12
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    Resumo - Camiões/Quad/SxS - Etapa 2 (Pisco / Pisco) - Dakar 2018

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  13. #13
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    Resumo - Carros/Motas - Etapa 3 (Pisco / San Juan de Marcona) - Dakar 2018

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  14. #14
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    DAKAR2018: CAMPEÃO DAS MOTOS SAM SUNDERLAND ABANDONA PROVA DEVIDO A ACIDENTE


    O motard britânico Sam Sunderland (KTM), campeão em título do Rali Dakar, abandonou hoje a 40.ª edição da prova devido a um acidente na quarta etapa, em San Juan de Marcona, no Peru.

    Sunderland, que liderava o rali, caiu na parte final do troço cronometrado da etapa, um circuito em San Juan de Marcona, e foi evacuado de emergência depois de ter sofrido uma lesão traumática na zona lombar.

    Depois de ter vencido a terceira etapa, Sunderland partiu hoje como um dos pilotos encarregados de abrir a rota da quarta etapa, considerada a mais exigente das cinco que decorrem no deserto do Peru, com quase 100 quilómetros seguidos em duna, um dos trechos arenosos mais longos da história da prova.

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  15. #15
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    VITÓRIA DE LOEB E CARLOS SOUSA NO TOP-15, SUNDERLAND DESISTE


    O português Carlos Sousa (Renault Duster Team) esteve em destaque na 4.ª etapa do Rali Dakar, ao terminar a tirada, ganha pelo francês Sebastien Loeb (Peugeot), no 13.º lugar garantindo assim a subida ao 15.º posto da geral.

    Apesar do triunfo de Loeb, que dominou a etapa de 330 quilómetros cronometrados num circuito em San Juan de Marcona, Stéphane Peterhansel (Peugeot), que terminou no terceiro lugar, segurou a liderança da geral.

    Nas motos, o dia ficou marcado pela desistência do líder e campeão título, Sam Sunderland (KTM). O britânico foi forçado a abandonar depois de um acidente que o deixou com uma lesão traumática na zona lombar.

    O francês Adrien van Beveren (Yamaha) venceu a etapa e é novo líder.

    Fausto Mota (Tesla-Tamega Rally), único português em prova, foi 67.º e desceu uma posição, ocupando agora o 63.º posto na geral.

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