A empresa, que ficou conhecida por criar PDAs nos anos 80 e 90, renovou o equipamento com um ecrã FHD, entradas USB-C, câmaras e suporte para Linux.



Ainda antes do domínio dos smartphones, os PDAs eram reis no segmento executivo. O formato foi ultrapassado com o desenvolvimento dos telemóveis, mas a Psion, que conheceu a ribalta do sector tecnológico nos anos 90, aproveitou a última edição da CES para apresentar um novo modelo. Será que o PDA vai ressuscitar em 2018?

O novo Gemini quer alavancar esta revolução. O equipamento conta com um display FHD de 5.99 polegadas, um processador de 10 cores MediaTek System-on-Chip, 4GB de RAM e 64GB de armazenamento interno. A isto junta-se ainda um slot para cartões microSD e uma bateria com 4.220mAh de capacidade.



A particularidade deste Gemini, que à primeira vista não aparenta ser mais do que um simples smartphone, é que integra suporte para Linux e permite o emparelhamento com um teclado externo, tornando-o num terminal adequado para tarefas laborais.

Note que o PDA traz um teclado QWERTY integrado e é possível transformá-lo num autêntico desktop.


O equipamento vai chegar ao mercado brevemente, em duas variantes distintas: uma apenas com WiFi e outra com WiFi e 4G. Os preços base rondam os 499 dólares e os 599 dólares respetivamente.


Os fundadores da Psion admitem que este é um equipamento de nicho, mas a campanha no Indiegogo, através da qual o PDA foi financiado em 2017, mostrou que o Gemini pode registar uma boa prestação comercial.