Bem passada, mal passada ou ‘ali’ no ponto. A carne vermelha é um dos alimentos que mais marca presença na alimentação portuguesa, mas existem algumas teorias sobre esta proteína que não passam de puras mentiras. Eis o que deve saber.



Cozida, grelhada, assada, estufada, frita ou simplesmente crua, a carne vermelha é uma das proteínas de origem animal que mais presença marca na alimentação dos portugueses.

Apesar de ser já do conhecimento médico e científico que este alimento é um potencial causador de cancro e que o seu consumo excessivo está relacionado com algumas patologias cardíacas, a carne vermelha continua a ter um papel importante na dieta e saúde humana, ajudando a combater, por exemplo, a anemia e a prevenir uma potencial carência de vitaminas com complexo B.

Mas mesmo sendo um dos alimentos mais presentes nas refeições principais, a carne vermelha continua a ser ‘assombrada’ por teorias nem sempre verídicas e que fazem com que algumas pessoas fujam a sete pés deste alimento nutritivo que, como tantos outros, apresenta alguns riscos quando consumido em demasia.

Para tirar todas as teimas, a publicação espanhola Deporte y Vida do jornal AS listou factos que todas as pessoas devem conhecer sobre esta proteína de origem animal. Ei-los:

1 – Porque é que a carne vermelha se chama… vermelha? O nome deve-se à cor que este músculo apresenta quando ainda está cru, cor essa que é responsabilidade da mioglobina (proteína que transporta o oxigénio para o músculo);

2 – Que tipos de carne vermelha existem? Além da tradicional carne de bovino, a carne de vitela, porco, leitão, carneiro, cabra, cabrito, borrego e cavalo também fazem parte deste leque;

3 – Quais são as propriedades nutricionais da carne vermelha? Além de ser rica em vitaminas do complexo B e aminoácidos, a carne vermelha é ainda uma fonte de ferro. Deste modo, o consumo moderado deste alimento não só beneficia o sistema imunitário, como também o sistema nervoso;


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