Um valor assombroso, 73% das mulheres inquiridas, disse que precisa de mais estimulação direta durante o ato sexual para conseguir atingir o orgasmo ou porque esse gesto intensifica o clímax, segundo um estudo realizado pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, e publicado no periódico científico Sex & Marital Therapy.

Apenas 18% das mulheres respondeu que o ato sexual em si era suficiente para atingir o orgasmo, enquanto que 9% confessou que não atingia de todo o orgasmo durante a relação íntima.

Os investigadores questionaram mais de mil mulheres, de idades compreendidas entre os 18 e os 94 anos, para o estudo que pretendia explorar a importância do toque genital – pesquisa esta que revelou igualmente que não existe uma maneira única e ‘correta’ de agradar uma mulher.

Quando questionadas para classificarem a sua forma favorita de estimulação, quase 64% das mulheres disse preferir um toque de movimento ‘para cima e para baixo’ e 50% afirmou preferir movimentos circulares, enquanto que algumas das inquiridas deram predileção aos dois métodos.

“Os resultados desafiam a noção comum, mas errada, de que existem gestos e movimentos sexuais universais que funcionam para todas as mulheres”, disse Brian Dodge, o investigador que conduziu o estudo em questão, em declarações à publicação especializada Medical Daily.

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