Para muitos a solução é fácil. Se um alimento como pão ou queijo tem bolor, pega-se numa faca e corta-se esse bocado e pronto, toca a comer. Por outro lado, também há quem não pense duas vezes e deite esses alimentos com mofo no lixo. Mas, afinal o que deve fazer?



É claro que depende do tamanho da área afetada por bolor para ser aceitável retirar essa parte e comer o alimento. No entanto, que tipo de reação o corpo pode sofrer ao ingerir o bolor?

Segundo o portal 'Today I Found Out', embora nem todos os tipos de bolor sejam maus para a saúde, ainda assim muitos são perigosos. Tanto que existem cerca de 300 mil tipos de bolores conhecidos. Então, o mais indicado é tentar evitar o consumo de alimentos com mofo.

A aflatoxina é uma substância produzida por algumas variantes de bolor. Essa substância aumenta o risco de cancro e ainda é capaz causar vários outros problemas de saúde, embora esse efeito não seja imediato.

Deitar fora? Sim e não

Relativamente ao pão e ao queijo, é importante compreender que o bolor visível que vê na superfície do pão e do queijo também envia ‘raízes’ para o interior dos alimentos, ou seja que permanecem mesmo após cortar a parte mais crítica. Nos bolores mais perigosos, esses resquícios podem conter substâncias tóxicas.

No caso de queijos duros, como o parmesão, o mofo já tem mais dificuldade em penetrar profundamente. Por isso, nesse caso, é bastante seguro cortar bem o mofo de fora e descartá-lo.

Todavia, de qualquer forma, se perceber que o aroma de bolor é muito intenso o melhor é deitá-lo fora e não arriscar. E cuidado: não inspire de perto o mofo, pois apenas essa ação aparentemente ‘inocente’ pode causar problemas respiratórios.

Já, no caso dos pão, infelizmente não há solução, o melhor a fazer é deitar o alimento bolorento para o lixo. Ainda que seja possível cortar facilmente a parte contaminada, o pão é extremamente poroso, e o bolor espalha-se muito profundamente por todo o alimento, ao contrário dos queijos de textura dura

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