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Nem a bola parecia redonda e só árbitro salvou: As notas do Paços-FCPorto

D.Corleone1

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Fev 22, 2020
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[h=2]Dragão somou segunda derrota em seis jornadas e saiu 'vergado' pelo Paços de Ferreira na Mata Real por um 3-2 que deve merecer autocrítica.
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Seis jornadas jogadas, oito pontos perdidos, nove golos sofridos, 15 marcados, os rivais a fugir e falta de personalidade patente.

Vários pontos para o líder Benfica, responsabilidade assumida pelo treinador, mas pouco tempo para trabalhar. Este é o exame ao FC Porto depois de uma derrota pela margem mínima mas com um resultado devastador.


Mas vamos ao jogo. O FC Porto entrou na Mata Real com o pé esquerdo .Com muitas alterações, privados da sua figura maior, Pepe, o clube da Cidade Invicta andou aos papéis até ao golo de Dor Jan (11').


Depois disso, os azuis e brancos tentaram responder, mas acabariam por sofrer o segundo, anulado, e mal, por Nuno Almeida, e o terceiro (43'), a contar. O tropeção parecia evidente, mas faltava algum tempo e só o árbitro salvou um pesadelo no balneário.



É que Nuno Almeida decidiu, nos descontos (45+6'), uma grande penalidade que dava esperança, mas que, para sermos justos, não correspondia à verdade do lance e do jogo.



No segundo tempo, Conceição mexeu e esperou por resposta, mas o golo chegaria na baliza de Marchesín. É que Bruno Costa, de grande penalidade, a penalizar uma mão infantil de Marega, marcou o 3-1 que parecia anunciar uma descida aos infernos.



Otávio, na raiva, ao minuto 79. ainda reduziu, mas o apito final de Nuno Almeida chegaria no momento certo para evitar um resultado ainda pior.



Com este resultado, os dragões, à sexta jornada, somam 10 pontos e podem ver os adversários diretos na luta pelo título fugirem e o Sporting de Braga passá-los na tabela classificativa.



Figura do jogo: Eustáquio. Com 23 anos, o jogador pacense começa a assumir-se como figura da equipa. Lesto a pensar o jogo, com grande leitura do jogo, ontem, frente ao FC Porto, o campeão nacional em título, pegou na batuta do seu meio-campo e foi distribuindo jogo. Marcou um golo e causou uma grande penalidade que nunca devia ter sido assinalada.



Surpresa: Bruno Costa. Esteve sempre em jogo, sempre a saber o que fazer e ainda teve a espinhosa missão de marcar à sua antiga equipa. Teve frieza e sentimento, marcou mas não quis festejar e até pediu desculpa. Se o coletivo prevaleceu neste jogo, pela concentração, entrega e sacrifício, Bruno Costa foi espelho disso mesmo durante todo o encontro.



Desilusão: Corona. Costuma ser a força basculante na ala direita, transportando, quando colocado na defesa, jogo para a frente e para trás. Ontem talvez estivesse mal 'guarnecido' para as suas investidas no ataque, mas sendo um dos principais esteios criativos da equipa, sai do jogo com nota negativa. O cansaço de sucessivos jogos pode explicar, em parte, o seu apagão.



Treinadores:
Pepa: Antes do jogo, elogiou o técnico adversário e recebeu os elogios de volta. Contudo, partiu para a partida desta sexta-feira com as ideias claras do que tinha de fazer e disposto a 'queimar cartuxos' para aproveitar a boleia de uma equipa portista que chegaria 'cansada'. A sua estratégia deu frutos do minuto 1 ao 90 e quase foi apagado o brilha da sua estratégia e dos seus pupilos por uma terrível arbitragem.



Sérgio Conceição: Foi forçado a mexer onde nenhum treinador gosta, na linha mais recuada, mas optou também por rodar alguns jogadores tentando surpreender. É caso para dizer que o feitiço se virou contra o feiticeiro, com a estratégia a sair furada. Assumiu as culpas no fim, tirando pressão do grupo, mas tem muito trabalho pela frente e pouco tempo para fazer mudanças.





Árbitro: Nuno Almeida. Desastroso, adjectivo. 1. Que causa ruína, perda ou desgraça. 2. Funesto, desgraçado. 3. Péssimo.

Consultando o dicionário, esta é a definição do adjetivo que escolhemos para o árbitro do encontro entre Paços de Ferreira e FC Porto.

Teve uma primeira parte que, certamente, gostaria de poder apagar do seu currículo, mas a verdade é que também foi mal auxiliado pelo seu VAR, André Narciso. O resultado podia ter sido diferente e mais penalizador para a equipa de Pepa, mas a verdade é que tendo errado, Almeida 'salvou-se' pelo resultado justo.




nm
 
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