Uma mulher de 45 anos foi rapidamente transportada para o hospital após ter um ataque cardíaco durante relações sexuais. O caso aconteceu no Mississipi, nos Estados Unidos, e foi agora publicado numa revista médica norte-americana.

Segundo a publicação, a mulher disse ter dores muito fortes no peito, náuseas e falta de ar. A sua pressão arterial estavam em 220/140, quando o habitual seria 120/80, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da América. "A paciente tinha histórico médico de hipertensão e tinha fumado durante 17 anos, afirmando que atualmente fumava entre 6 e 7 cigarros por dia", diz o relatório segundo o New York Post.

Os médicos deram-lhe morfina e fentanil para reduzir a dor e, por fim, determinaram que tinha sofrido uma rutura na artéria aorta – a maior do corpo humano, com 2,5 cm de diâmetro.

A doença desta norte-americana, Síndrome da Aórtica Aguda ou SAA, está no espectro de doenças graves com risco de vida, de acordo com o relatório, sendo que os especialistas determinaram que tinha sofrido um hematoma intramural aórtico, que pode causar o rebentamento da artéria.

Os médicos conseguiram evitar a cirurgia, estabilizando a pressão arterial com medicamentos. A mulher recebeu alta do hospital após três dias de tratamento.


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