- Entrou
- Out 5, 2021
- Mensagens
- 54,426
- Gostos Recebidos
- 1,527
“Eu só quero ser pai”: Homem em greve de fome e acampado numa tenda junto ao Tribunal de Matosinhos
Ficou sem a guarda dos filhos após ser acusado de violência doméstica e maus-tratos de menores.
“Eu só quero ser pai”: Homem em greve de fome e acampado numa tenda junto ao Tribunal de Matosinhos
O pai de uma menina de 11 anos e de um menino de quatro, está em greve de fome e acampado numa tenda junto ao Tribunal de Matosinhos. “É o meu grito de revolta com a definição da guarda dos meus filhos porque estou há três anos sem poder ser pai, sem razão, apesar de as queixas contra mim de violência doméstica e maus-tratos aos menores, sem fundamento, terem sido arquivadas”, conta ao CM.
Afirma que os filhos “estão a ser destruídos” pela mãe e que esta manipula a filha “para odiar o pai”. “O tribunal tem permitido que a progenitora faça o que lhe apetece em prejuízo das crianças. Eu só quero ser pai e ser tratado com igualdade. Só sairei daqui depois de ver a guarda parental alterada de forma capaz”, diz. Ao CM, a mãe das crianças afirma que o pai “não diz a verdade” e que “o assunto será esclarecido no tribunal, entidade competente”.
Correio da Manhã

Ficou sem a guarda dos filhos após ser acusado de violência doméstica e maus-tratos de menores.
“Eu só quero ser pai”: Homem em greve de fome e acampado numa tenda junto ao Tribunal de Matosinhos
O pai de uma menina de 11 anos e de um menino de quatro, está em greve de fome e acampado numa tenda junto ao Tribunal de Matosinhos. “É o meu grito de revolta com a definição da guarda dos meus filhos porque estou há três anos sem poder ser pai, sem razão, apesar de as queixas contra mim de violência doméstica e maus-tratos aos menores, sem fundamento, terem sido arquivadas”, conta ao CM.
Afirma que os filhos “estão a ser destruídos” pela mãe e que esta manipula a filha “para odiar o pai”. “O tribunal tem permitido que a progenitora faça o que lhe apetece em prejuízo das crianças. Eu só quero ser pai e ser tratado com igualdade. Só sairei daqui depois de ver a guarda parental alterada de forma capaz”, diz. Ao CM, a mãe das crianças afirma que o pai “não diz a verdade” e que “o assunto será esclarecido no tribunal, entidade competente”.
Correio da Manhã