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Absolvido pirata russo-luso de Gaia acusado de vender dados de cartões de crédito
Sergey Gusev integrava um grupo internacional e foi alvo de uma investigação conjunta da PJ e do FBI.
O Tribunal de São João Novo, no Porto, absolveu, esta sexta-feira, o pirata informático russo-luso, residente em Vila Nova de Gaia há vários anos, acusado de vender dados de cartões de crédito de mais de mil pessoas.
Sergey Gusev, de 43 anos, estava em prisão preventiva há um ano na cadeia de Custóias e vai ser libertado imediatamente. Estava acusado de associação criminosa, sabotagem informática, acesso ilegítimo e aquisição de cartões.
Ficou provado que Sergey Gusev era administrador do site 'Verified Forum' usado para comercializar informações ilícitas, mas não há confirmação de que tenha havido a prática de um crime, uma vez que, em Portugal, não há nenhuma legislação que puna a criação destes sites na 'dark web'.
Sergey integrava um grupo internacional e foi alvo de uma investigação conjunta da PJ e do FBI. Uma denúncia da referida força de segurança norte-americana permitiu identificar o fórum onde o suspeito geria os dados furtados que seriam posteriormente usados em fraudes.
Correio da Manhã
Sergey Gusev integrava um grupo internacional e foi alvo de uma investigação conjunta da PJ e do FBI.
O Tribunal de São João Novo, no Porto, absolveu, esta sexta-feira, o pirata informático russo-luso, residente em Vila Nova de Gaia há vários anos, acusado de vender dados de cartões de crédito de mais de mil pessoas.
Sergey Gusev, de 43 anos, estava em prisão preventiva há um ano na cadeia de Custóias e vai ser libertado imediatamente. Estava acusado de associação criminosa, sabotagem informática, acesso ilegítimo e aquisição de cartões.
Ficou provado que Sergey Gusev era administrador do site 'Verified Forum' usado para comercializar informações ilícitas, mas não há confirmação de que tenha havido a prática de um crime, uma vez que, em Portugal, não há nenhuma legislação que puna a criação destes sites na 'dark web'.
Sergey integrava um grupo internacional e foi alvo de uma investigação conjunta da PJ e do FBI. Uma denúncia da referida força de segurança norte-americana permitiu identificar o fórum onde o suspeito geria os dados furtados que seriam posteriormente usados em fraudes.
Correio da Manhã
