- Entrou
- Out 5, 2021
- Mensagens
- 54,449
- Gostos Recebidos
- 1,527
Absolvidos todos os acusados no caso da queda de uma árvore no Funchal. 13 pessoas morreram
Leitura do acórdão estava agendada para as 14h15.
Todos os arguidos no caso da queda de uma árvore na freguesia do Monte, Funchal, que provocou 13 mortos e dezenas de feridos em 2017 e que decorreu esta quarta-feira no Tribunal do Funchal, foram absolvidos.
"Pese embora o tribunal seja sensível às vidas que se perderam e ao sofrimento [...], não podemos a qualquer custo imputar os factos aos arguidos nem a qualquer outra pessoa só para que a culpa não morra solteira", afirmou a presidente do coletivo de juízes, Joana Dias, na leitura do acórdão.
A 15 de agosto de 2017, no decorrer das cerimónias religiosas em honra da Assunção da Nossa Senhora, uma festa também conhecida por Dia da Nossa Senhora do Monte, a padroeira da Madeira, num dos mais concorridos arraiais do arquipélago, um carvalho com cerca de 150 anos caiu sobre a multidão que aguardava a passagem da procissão.
A queda do carvalho provocou 13 mortes e cerca de meia centena de feridos.
A investigação resultou na constituição como arguidos da então vice-presidente da Câmara do Funchal, Idalina Perestrelo, com os pelouros do Ambiente Urbano, Espaços Verdes e Públicos, e do então responsável pelos jardins do município, Francisco Andrade.
Os dois estavam acusados da prática, em autoria material, de 13 crimes de homicídio negligente, respondendo também por 24 crimes de ofensa à integridade física por negligência.
Leitura do acórdão estava agendada para as 14h15.
Correio da Manhã

Leitura do acórdão estava agendada para as 14h15.
Todos os arguidos no caso da queda de uma árvore na freguesia do Monte, Funchal, que provocou 13 mortos e dezenas de feridos em 2017 e que decorreu esta quarta-feira no Tribunal do Funchal, foram absolvidos.
"Pese embora o tribunal seja sensível às vidas que se perderam e ao sofrimento [...], não podemos a qualquer custo imputar os factos aos arguidos nem a qualquer outra pessoa só para que a culpa não morra solteira", afirmou a presidente do coletivo de juízes, Joana Dias, na leitura do acórdão.
A 15 de agosto de 2017, no decorrer das cerimónias religiosas em honra da Assunção da Nossa Senhora, uma festa também conhecida por Dia da Nossa Senhora do Monte, a padroeira da Madeira, num dos mais concorridos arraiais do arquipélago, um carvalho com cerca de 150 anos caiu sobre a multidão que aguardava a passagem da procissão.
A queda do carvalho provocou 13 mortes e cerca de meia centena de feridos.
A investigação resultou na constituição como arguidos da então vice-presidente da Câmara do Funchal, Idalina Perestrelo, com os pelouros do Ambiente Urbano, Espaços Verdes e Públicos, e do então responsável pelos jardins do município, Francisco Andrade.
Os dois estavam acusados da prática, em autoria material, de 13 crimes de homicídio negligente, respondendo também por 24 crimes de ofensa à integridade física por negligência.
Leitura do acórdão estava agendada para as 14h15.
Correio da Manhã