billshcot
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O gang altamente violento procura alvos fáceis: idosos vulneráveis, que vivam sozinhos e que possuam dinheiro e ouro em casa. Estudam os hábitos das vítimas, vigiam-nas e aos seus vizinhos, e atacam quando já conhecem todas as rotinas. A Polícia Judiciária tem em marcha uma verdadeira caça ao gang, que será responsável por dois homicídios em assaltos, em Estarreja e Albergaria-a-Velha.
No caso de Artur Frias, encontrado morto na quinta-feira, amarrado e com a boca tapada, na Branca, em Albergaria-a-Velha, o motivo que pode ter levado o gang a actuar foi uma mala que o homem, de 70 anos, levava para todo o lado. Já Maria Helena Soares, de 78, morta à pancada numa casa de Beduído, em Estarreja, anteontem de manhã, terá chamado a atenção do gang a reforma que levantara dias antes.
O grupo não hesita em agredir barbaramente as vítimas. Uma vez no interior das habitações, roubam tudo o que há de valor. A PJ junta agora as peças do puzzle e persegue os homicidas que, no espaço de uma semana, terão feito duas vítimas. A PJ mobilizou dezenas de inspectores para o terreno. Procuram novas pistas e tentam fazer a ligação dos dois crimes com assaltos semelhantes a idosos: a grande maioria no Centro.
A PJ não assume, para já, a ligação entre os casos. Os inspectores sabem apenas que a forma de actuar é comum na grande maioria dos crimes e que o grupo está cada vez mais violento.
O principal chamariz dos assaltantes é o dinheiro e o ouro. Assim que entram nas casas – a maioria isoladas –, começam por remexer em todas as divisões. Sempre que são surpreendidos agridem as suas vítimas – a maior parte delas já debilitadas devido às idades avançadas.
Roubam, agridem, e, se preciso, matam os idosos e fogem.
cm
No caso de Artur Frias, encontrado morto na quinta-feira, amarrado e com a boca tapada, na Branca, em Albergaria-a-Velha, o motivo que pode ter levado o gang a actuar foi uma mala que o homem, de 70 anos, levava para todo o lado. Já Maria Helena Soares, de 78, morta à pancada numa casa de Beduído, em Estarreja, anteontem de manhã, terá chamado a atenção do gang a reforma que levantara dias antes.
O grupo não hesita em agredir barbaramente as vítimas. Uma vez no interior das habitações, roubam tudo o que há de valor. A PJ junta agora as peças do puzzle e persegue os homicidas que, no espaço de uma semana, terão feito duas vítimas. A PJ mobilizou dezenas de inspectores para o terreno. Procuram novas pistas e tentam fazer a ligação dos dois crimes com assaltos semelhantes a idosos: a grande maioria no Centro.
A PJ não assume, para já, a ligação entre os casos. Os inspectores sabem apenas que a forma de actuar é comum na grande maioria dos crimes e que o grupo está cada vez mais violento.
O principal chamariz dos assaltantes é o dinheiro e o ouro. Assim que entram nas casas – a maioria isoladas –, começam por remexer em todas as divisões. Sempre que são surpreendidos agridem as suas vítimas – a maior parte delas já debilitadas devido às idades avançadas.
Roubam, agridem, e, se preciso, matam os idosos e fogem.
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