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Antiga professora condenada por burlar turistas na Golegã
Mulher dona de alojamento local na zona foi condenada a cinco anos de prisão com pena suspensa.
Uma antiga professora foi condenada a cinco anos de prisão, com pena suspensa, por ter burlado e enganado grupos de turistas norte-americanos, brasileiros e portugueses que queriam visitar a Golegã, vila ribatejana onde explora uma unidade de alojamento local. A mulher, de 64 anos, foi condenada no Tribunal de Santarém por um total de seis crimes, dois de burla qualificada, dois de burla simples e outros dois de burla informática.
Em 2018, um grupo dos Estados Unidos pagou-lhe cerca de 7.500 euros por uma moradia durante a Feira Nacional do Cavalo, altura em que os preços do alojamento na Golegã atingem valores astronómicos. Poucos dias antes, a professora deu como desculpa que a Câmara não tinha licenciado a casa, mas que lhes arranjaria uma alternativa; à chegada a Portugal, os lesados tiveram que arrendar outra vivenda em Tomar, e o dinheiro nunca lhes foi devolvido.
O mesmo aconteceu a um grupo de 28 médicos brasileiros e familiares, a quem vendeu uma semana no seu alojamento local por 10.500 euros. A arguida deu como desculpa que parte da propriedade tinha sido consumida num incêndio e tentou dividir os turistas por outras três unidades hoteleiras, onde fez várias reservas de quartos sem nunca as pagar na totalidade.
Para fazer alguns dos pagamentos para o grupo do Brasil, a arguida usou ainda o cartão de crédito de um outro lesado, de nacionalidade portuguesa, que tinha feito reserva no alojamento local da arguida.
Para suspender a execução da pena de prisão durante cinco anos, o coletivo de juízes determinou que a arguida terá que devolver ao Estado o dinheiro que ganhou com a atividade criminosa, cerca de 41,6 mil euros, e terá que ressarcir três vítimas que entraram com pedidos de indemnização cível, num valor a rondar os 36 mil euros.
Correio da Manhã

Mulher dona de alojamento local na zona foi condenada a cinco anos de prisão com pena suspensa.
Uma antiga professora foi condenada a cinco anos de prisão, com pena suspensa, por ter burlado e enganado grupos de turistas norte-americanos, brasileiros e portugueses que queriam visitar a Golegã, vila ribatejana onde explora uma unidade de alojamento local. A mulher, de 64 anos, foi condenada no Tribunal de Santarém por um total de seis crimes, dois de burla qualificada, dois de burla simples e outros dois de burla informática.
Em 2018, um grupo dos Estados Unidos pagou-lhe cerca de 7.500 euros por uma moradia durante a Feira Nacional do Cavalo, altura em que os preços do alojamento na Golegã atingem valores astronómicos. Poucos dias antes, a professora deu como desculpa que a Câmara não tinha licenciado a casa, mas que lhes arranjaria uma alternativa; à chegada a Portugal, os lesados tiveram que arrendar outra vivenda em Tomar, e o dinheiro nunca lhes foi devolvido.
O mesmo aconteceu a um grupo de 28 médicos brasileiros e familiares, a quem vendeu uma semana no seu alojamento local por 10.500 euros. A arguida deu como desculpa que parte da propriedade tinha sido consumida num incêndio e tentou dividir os turistas por outras três unidades hoteleiras, onde fez várias reservas de quartos sem nunca as pagar na totalidade.
Para fazer alguns dos pagamentos para o grupo do Brasil, a arguida usou ainda o cartão de crédito de um outro lesado, de nacionalidade portuguesa, que tinha feito reserva no alojamento local da arguida.
Para suspender a execução da pena de prisão durante cinco anos, o coletivo de juízes determinou que a arguida terá que devolver ao Estado o dinheiro que ganhou com a atividade criminosa, cerca de 41,6 mil euros, e terá que ressarcir três vítimas que entraram com pedidos de indemnização cível, num valor a rondar os 36 mil euros.
Correio da Manhã