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Apenas nove embarcações comerciais atravessaram estreito de Ormuz desde segunda-feira
Estreito de Ormuz e os golfos Pérsico e de Omã foram classificados como "zona de operações de guerra" pelo setor marítimo. Em circunstâncias normais, 138 navios atravessam Ormuz a cada 24 horas.
Apenas nove embarcações comerciais atravessaram o estreito de Ormuz, encerrado pelo Irão, desde segunda-feira, segundo dados marítimo analisados pela Agência France Presse (AFP).
Entre as nove embarcações foram identificados três petroleiros e um navio de transporte de gás liquefeito, que atravessaram este estreito braço de mar e por onde transitam habitualmente cerca de 20% do petróleo bruto mundial e quase 20% do gás natural liquefeito (GNL).
Este número contempla apenas as embarcações que transmitiram a sua posição. Os dados foram retirados do 'site' MarineTraffic e analisados pela AFP.
Em circunstâncias normais, 138 navios atravessam Ormuz a cada 24 horas.
Desde os ataques israelitas e americanos, iniciados em 28 de fevereiro, no Irão, a Guarda Revolucionária Islâmica encerrou o tráfego no Estreito de Ormuz e ameaçou "queimar qualquer navio" que o tentasse atravessar.
Alguns petroleiros estão a tentar atravessar o estreito com os seus transmissores desligados.
O estreito de Ormuz e os golfos Pérsico e de Omã foram classificados na quinta-feira como "zona de operações de guerra" pelo setor marítimo, após uma reunião entre sindicatos e empregadores mundiais.
A declaração confere aos tripulantes de navios direitos reforçados, incluindo o de solicitar o repatriamento a expensas do armador, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).
A designação responde à "dimensão das perturbações e dos riscos enfrentados pelas tripulações civis na região", explicaram as duas partes num comunicado conjunto, referindo-se a centenas de navios bloqueados devido à guerra no Médio Oriente.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.
O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a direção do país.
O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.
Desde o início do conflito, foram contabilizados mais de mil mortos, na maioria iranianos.
Correio da Manhã
Estreito de Ormuz e os golfos Pérsico e de Omã foram classificados como "zona de operações de guerra" pelo setor marítimo. Em circunstâncias normais, 138 navios atravessam Ormuz a cada 24 horas.
Apenas nove embarcações comerciais atravessaram o estreito de Ormuz, encerrado pelo Irão, desde segunda-feira, segundo dados marítimo analisados pela Agência France Presse (AFP).
Entre as nove embarcações foram identificados três petroleiros e um navio de transporte de gás liquefeito, que atravessaram este estreito braço de mar e por onde transitam habitualmente cerca de 20% do petróleo bruto mundial e quase 20% do gás natural liquefeito (GNL).
Este número contempla apenas as embarcações que transmitiram a sua posição. Os dados foram retirados do 'site' MarineTraffic e analisados pela AFP.
Em circunstâncias normais, 138 navios atravessam Ormuz a cada 24 horas.
Desde os ataques israelitas e americanos, iniciados em 28 de fevereiro, no Irão, a Guarda Revolucionária Islâmica encerrou o tráfego no Estreito de Ormuz e ameaçou "queimar qualquer navio" que o tentasse atravessar.
Alguns petroleiros estão a tentar atravessar o estreito com os seus transmissores desligados.
O estreito de Ormuz e os golfos Pérsico e de Omã foram classificados na quinta-feira como "zona de operações de guerra" pelo setor marítimo, após uma reunião entre sindicatos e empregadores mundiais.
A declaração confere aos tripulantes de navios direitos reforçados, incluindo o de solicitar o repatriamento a expensas do armador, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).
A designação responde à "dimensão das perturbações e dos riscos enfrentados pelas tripulações civis na região", explicaram as duas partes num comunicado conjunto, referindo-se a centenas de navios bloqueados devido à guerra no Médio Oriente.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.
O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a direção do país.
O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.
Desde o início do conflito, foram contabilizados mais de mil mortos, na maioria iranianos.
Correio da Manhã
