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“Via verde do AVC” permite um tratamento mais rápido e eficaz, mas, em 2015, apenas cerca de três mil doentes foram encaminhados por esta via pelo INEM.
Conhecer os sinais do AVC e ligar de imediato para o 112 é essencial.
Foto: DR
É necessária uma maior articulação entre a emergência pré-hospitalar (chamada “via verde do AVC”), os serviços de urgência e as unidades de AVC para que o tratamento tenha sucesso.
O alerta é do Núcleo de Estudos da Doença Vascular Cerebral, da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.
“É muito importante melhorar esta articulação, porque actualmente estamos a viver uma nova era no tratamento do AVC agudo, que obriga a um reajuste de toda a nossa organização, nomeadamente dada a importância do tempo para actuar e fazer estas intervenções”, afirma à Renascença a coordenadora do NEDVC e internista Maria Teresa Cardoso.
A nova terapêutica “provocou uma viragem enorme no tratamento do doente na fase aguda do AVC, mas só se aplica a um determinado grupo de doentes e só está disponível nos grandes centros”, refere para sublinhar a importância do tempo – que, no caso de um AVC, se reduz a algumas horas.
“À medida que o tempo passa, a indicação do doente para este tratamento vai-se aproximando do zero.
Colocar o doente certo, no hospital certo com a equipa certa vai resultar no maior número de doentes capazes de fazer este tratamento”, sublinha a especialista.
Para que tudo isto ocorra, “é de uma enorme relevância a educação da população no sentido de reconhecer os sinais de alarme do AVC: boca ao lado, dificuldade em falar, perda de força num braço”.
É ainda importante que, face a estes sintomas haja “noção da urgência em chamar o 112”.
O desconhecimento gera atrasos que podem pôr a vida do doente em causa.
“Apenas 62% dos doentes admitidos nos hospitais por AVC agudo entram em unidades de AVC e menos de 50% dos doentes são admitidos através da ‘via verde’”, salienta Maria Teresa Cardoso.
Em 2015, o INEM encaminhou 3.115 utentes para a “via verde do AVC” em todo o país, um número considerado baixo se tivermos em conta a importância desta via na resposta rápida e eficaz ao doente.
Fonte
Conhecer os sinais do AVC e ligar de imediato para o 112 é essencial.

Foto: DR
É necessária uma maior articulação entre a emergência pré-hospitalar (chamada “via verde do AVC”), os serviços de urgência e as unidades de AVC para que o tratamento tenha sucesso.
O alerta é do Núcleo de Estudos da Doença Vascular Cerebral, da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.
“É muito importante melhorar esta articulação, porque actualmente estamos a viver uma nova era no tratamento do AVC agudo, que obriga a um reajuste de toda a nossa organização, nomeadamente dada a importância do tempo para actuar e fazer estas intervenções”, afirma à Renascença a coordenadora do NEDVC e internista Maria Teresa Cardoso.
A nova terapêutica “provocou uma viragem enorme no tratamento do doente na fase aguda do AVC, mas só se aplica a um determinado grupo de doentes e só está disponível nos grandes centros”, refere para sublinhar a importância do tempo – que, no caso de um AVC, se reduz a algumas horas.
“À medida que o tempo passa, a indicação do doente para este tratamento vai-se aproximando do zero.
Colocar o doente certo, no hospital certo com a equipa certa vai resultar no maior número de doentes capazes de fazer este tratamento”, sublinha a especialista.
Para que tudo isto ocorra, “é de uma enorme relevância a educação da população no sentido de reconhecer os sinais de alarme do AVC: boca ao lado, dificuldade em falar, perda de força num braço”.
É ainda importante que, face a estes sintomas haja “noção da urgência em chamar o 112”.
O desconhecimento gera atrasos que podem pôr a vida do doente em causa.
“Apenas 62% dos doentes admitidos nos hospitais por AVC agudo entram em unidades de AVC e menos de 50% dos doentes são admitidos através da ‘via verde’”, salienta Maria Teresa Cardoso.
Em 2015, o INEM encaminhou 3.115 utentes para a “via verde do AVC” em todo o país, um número considerado baixo se tivermos em conta a importância desta via na resposta rápida e eficaz ao doente.
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