- Entrou
- Out 5, 2021
- Mensagens
- 62,945
- Gostos Recebidos
- 1,935
Cadeia para oito mulheres que branquearam 30 milhões de euros
Juiz colocou em preventiva mais dois arguidos da operação 'Almocreve', da PJ do Porto, num total de dez. Núcleo duro é angolano.
Oito mulheres, todas angolanas, que segundo o Ministério Público (DIAP do Porto) constituíam o núcleo duro da rede internacional de branqueamento de capitais que a Polícia Judiciária (PJ) do Porto desmantelou, a meio desta semana, na operação 'Almocreve', ficaram em prisão preventiva. Após os interrogatórios judiciais, decorridos no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, outros dois arguidos também foram para a cadeia, enquanto os outros cinco ficaram com medidas de coação não privativas da liberdade.
A investigação da PJ permitiu apurar que a rede, de cariz internacional, agora desmantelada, branqueou cerca de 30 milhões de euros. Com um núcleo duro angolano, e brasileiro, o grupo causou danos avaliados, provisoriamente, em 2,5 milhões de euros aos lesados já identificados pela investigação. A maioria das vítimas são empresas espalhadas pela Europa, com a investigação a fazer mais três detenções (em Espanha e França).
O grupo usava bancos, em vários pontos do mundo, para movimentar muito dinheiro. Cobravam, por vezes, metade do valor a branquear, pagando a 'money mules' (mulas de dinheiro), para, sucessivamente, abrirem contas bancárias com os dados pessoais, por onde os capitais passavam. A investigação prossegue, tendo já sido apreendido diverso material que será agora alvo de perícias financeiras.
Correio da Manhã
Juiz colocou em preventiva mais dois arguidos da operação 'Almocreve', da PJ do Porto, num total de dez. Núcleo duro é angolano.
Oito mulheres, todas angolanas, que segundo o Ministério Público (DIAP do Porto) constituíam o núcleo duro da rede internacional de branqueamento de capitais que a Polícia Judiciária (PJ) do Porto desmantelou, a meio desta semana, na operação 'Almocreve', ficaram em prisão preventiva. Após os interrogatórios judiciais, decorridos no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, outros dois arguidos também foram para a cadeia, enquanto os outros cinco ficaram com medidas de coação não privativas da liberdade.
A investigação da PJ permitiu apurar que a rede, de cariz internacional, agora desmantelada, branqueou cerca de 30 milhões de euros. Com um núcleo duro angolano, e brasileiro, o grupo causou danos avaliados, provisoriamente, em 2,5 milhões de euros aos lesados já identificados pela investigação. A maioria das vítimas são empresas espalhadas pela Europa, com a investigação a fazer mais três detenções (em Espanha e França).
O grupo usava bancos, em vários pontos do mundo, para movimentar muito dinheiro. Cobravam, por vezes, metade do valor a branquear, pagando a 'money mules' (mulas de dinheiro), para, sucessivamente, abrirem contas bancárias com os dados pessoais, por onde os capitais passavam. A investigação prossegue, tendo já sido apreendido diverso material que será agora alvo de perícias financeiras.
Correio da Manhã
