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Campanha mostra "as faces do cancro". Porque esta doença não é o fim

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Campanha mostra experiências de profissionais e doentes
| Orlando Almeida/Global Imagens

Sociedade Portuguesa de Oncologia assinala o Dia Mundial Contra o Cancro com lançamento de campanha que quer mudar comportamentos

Juntar histórias de pessoas que vivem com cancro.

Este é o objectivo da campanha de sensibilização "as faces do cancro", lançada hoje por ocasião do Dia Mundial Contra o Cancro.

A iniciativa da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), apoiada pela Janssen (farmacêutica do grupo Johnson & Johnson), conta com um site e um vídeo onde são partilhadas as experiências de doentes, familiares e profissionais.


"Gosto do meu corpo, do meu peito, do que ele representa", garante Alexandra Silva, sobrevivente de cancro da mama.

"A vida é um risco", diz Paula Rodrigues, enfermeira no IPO de Lisboa, comparando a sua profissão no IPO com a função de directora num clube de patinagem artística.

São duas das "faces do cancro" apresentadas.


[video]https://youtu.be/qjxr3dhxpa4[/video]

Além de dar a conhecer histórias de vida "com uma mensagem positiva e encorajadora", a campanha pretende levar os portugueses a mudar os seus comportamentos e hábitos de vida.

Lembrando que o cancro "pode ser superado" e que "cada vez mais é uma doença prevenível e curável", refere o comunicado da apresentação da campanha.


"Ao lançar esta campanha, a SPO pretende chamar a atenção dos portugueses para o cancro, uma doença que toca muitas faces, seja directa ou indirectamente, e que merece ser conhecida melhor pela população", refere Grabriela Sousa, da SPO.

Lembrando que a meio do século as estimativas apontam para que metade da população tenha cancro em alguma fase da sua vida e que esta é uma doença que pode ser prevenida e tratada, "à semelhança de outras doenças crónicas.

Para isso, o caminho passa por evitar factores de risco, criar novos meios de diagnóstico, aumentar os rastreios, promover políticas de prevenção, procurar ter tratamentos cada vez mais eficazes e, sobretudo, por manter a população informada".


O cancro é a segunda causa de morte em Portugal, sendo responsável por 20 a 25 mil óbitos anuais.

Por ano são diagnosticados 40 a 45 mil novos casos no país.

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