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Um teste idêntico à picada que os diabéticos fazem para medir os níveis de insulina vai ser suficiente para detetar o cancro do intestino.
A empresa Universal Diagnostics, sediada no Reino Unido, criou aquele que é o aparelho que promete revolucionar o diagnóstico precoce e eficaz do cancro do intestino.
Com uma simples picada idêntica à que os diabéticos fazem para medir os níveis de insulina, este novo teste vai medir 30 a 40 marcadores que estão relacionados com a doença.
Segundo a revista Veja, este novo teste está em fase final de avaliação, mas os resultados obtidos são já decifrados em apenas 24 horas, tempo que o paciente terá de esperar para saber se padece ou não da doença.
Esta nova ferramenta de análise já foi alvo de estudo e os resultados obtidos mostraram que a sua eficácia é idêntica ao método tradicional (que avalia as fezes).
De uma forma geral, e tendo em conta as experiências até agora feitas, o novo teste é capaz de detetar 83% dos cancros intestinais e ainda 87% dos pólipos que podem dar vida a um tumor, o que dá uma nova esperança à ciência em ser capaz de detetar a doença antes mesmo que esta se manifeste fisicamente.
IN:NM
A empresa Universal Diagnostics, sediada no Reino Unido, criou aquele que é o aparelho que promete revolucionar o diagnóstico precoce e eficaz do cancro do intestino.
Com uma simples picada idêntica à que os diabéticos fazem para medir os níveis de insulina, este novo teste vai medir 30 a 40 marcadores que estão relacionados com a doença.
Segundo a revista Veja, este novo teste está em fase final de avaliação, mas os resultados obtidos são já decifrados em apenas 24 horas, tempo que o paciente terá de esperar para saber se padece ou não da doença.
Esta nova ferramenta de análise já foi alvo de estudo e os resultados obtidos mostraram que a sua eficácia é idêntica ao método tradicional (que avalia as fezes).
De uma forma geral, e tendo em conta as experiências até agora feitas, o novo teste é capaz de detetar 83% dos cancros intestinais e ainda 87% dos pólipos que podem dar vida a um tumor, o que dá uma nova esperança à ciência em ser capaz de detetar a doença antes mesmo que esta se manifeste fisicamente.
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