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China faz manobras de combate com satélites
Satélites chineses já ensaiam manobras de combate a menos de 2.000 quilómetros da Terra.
Os Estados Unidos estão em alerta: satélites chineses já ensaiam manobras de combate a menos de 2000 quilómetros da Terra, o que se presume ser uma preparação para o futuro. Segundo a Força Espacial dos EUA, foram identificados “cinco objetos diferentes no espaço a manobrar uns com os outros de forma sincronizada e controlada”. “Isso é o que chamamos de dogfighting [manobras de combate] no espaço.
A China está a praticar táticas, técnicas e procedimentos para realizar operações espaciais em órbita de um satélite para outro”, afirmou o general Michael Guetlein, responsável pelas operações espaciais.
O alto quadro das forças armadas norte-americanas detalhou que foram observados movimentos que envolveram três satélites experimentais, os Shiyan-24C, em coordenação com as naves experimentais Shijan-605 A e B. Os EUA estão atentos a todo este potencial, que confirma a ascensão da China como potência espacial nas últimas décadas. O aprofundamento das suas capacidades neste domínio poderão vir a permitir destruir ou desabilitar satélites, ou interromper as comunicações ou operações militares de um inimigo, como o lançamento e a deteção de mísseis.
Os analistas afirmam que são cada vez mais os países, incluindo o Japão e a Rússia, que procuram desenvolver tecnologias espaciais de ponta.
Guetlein confirma que tanto Pequim como Moscovo desenvolveram capacidades “excecionais” como o uso de bloqueadores para interromper os sinais dos satélites, a capacidade de ‘cegar’ satélites de vigilância e reconhecimento com lasers, bem como manobras que envolvem a captura de um satélite e o seu reboque para uma órbita diferente. “Este é o ambiente estratégico mais complexo e desafiante que vimos nos últimos tempos, se não desde sempre”, alertou.
Correio da Manhã

Satélites chineses já ensaiam manobras de combate a menos de 2.000 quilómetros da Terra.
Os Estados Unidos estão em alerta: satélites chineses já ensaiam manobras de combate a menos de 2000 quilómetros da Terra, o que se presume ser uma preparação para o futuro. Segundo a Força Espacial dos EUA, foram identificados “cinco objetos diferentes no espaço a manobrar uns com os outros de forma sincronizada e controlada”. “Isso é o que chamamos de dogfighting [manobras de combate] no espaço.
A China está a praticar táticas, técnicas e procedimentos para realizar operações espaciais em órbita de um satélite para outro”, afirmou o general Michael Guetlein, responsável pelas operações espaciais.
O alto quadro das forças armadas norte-americanas detalhou que foram observados movimentos que envolveram três satélites experimentais, os Shiyan-24C, em coordenação com as naves experimentais Shijan-605 A e B. Os EUA estão atentos a todo este potencial, que confirma a ascensão da China como potência espacial nas últimas décadas. O aprofundamento das suas capacidades neste domínio poderão vir a permitir destruir ou desabilitar satélites, ou interromper as comunicações ou operações militares de um inimigo, como o lançamento e a deteção de mísseis.
Os analistas afirmam que são cada vez mais os países, incluindo o Japão e a Rússia, que procuram desenvolver tecnologias espaciais de ponta.
Guetlein confirma que tanto Pequim como Moscovo desenvolveram capacidades “excecionais” como o uso de bloqueadores para interromper os sinais dos satélites, a capacidade de ‘cegar’ satélites de vigilância e reconhecimento com lasers, bem como manobras que envolvem a captura de um satélite e o seu reboque para uma órbita diferente. “Este é o ambiente estratégico mais complexo e desafiante que vimos nos últimos tempos, se não desde sempre”, alertou.
Correio da Manhã