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Notícias Com tochas e sem aviso: Sapadores planeiam voltar à rua e têm material pirotécnico guardado para novas manifestações

Roter.Teufel

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Com tochas e sem aviso: Sapadores planeiam voltar à rua e têm material pirotécnico guardado para novas manifestações

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"Fundos solidários" usados para comprar material usado nos protestos.

Os bombeiros sapadores têm intenção de voltar à rua em manifestações tensas como a verificada na última terça-feira em Lisboa. Para esse efeito, os operacionais têm guardado material pirotécnico comprado com "fundos solidários", avança o Expresso.

Os sapadores estarão prontos para voltar à rua e, para isso acontecer, falta muito pouco, segundo fontes citadas pelo mesmo jornal. O fim das negociações entre bombeiros e Governo, com críticas do primeiro-ministro e do ministro da Presidência, fez crescer o descontentamento dos bombeiros.

Os operacionais contam realizar uma manifestação nos mesmo moldes da anterior, isto é, sem aviso prévio às autarquias e forças policias. O recrutamento de manifestantes será feito pelas redes sociais, sem o envolvimento direto dos sindicatos.

Ao Expresso, fontes ligadas à polícia dizem estar atentas a qualquer movimentação dos bombeiros, mas admitem que estes protestos não são fáceis de conter, como se viu na terça-feira.

Os sapadores terão partido do quartel de Alvalade, onde estaria o material pirotécnico, em direção à Caixa Geral de Depósitos, onde acontecia a reunião dos sindicatos com o Governo. No trajeto, os bombeiros romperam o cordão policial, lançaram tochas e petardos e criaram pânico nas ruas de Lisboa.

Os polícias, citados pelo Expresso, dizem que foram enganados pelos sapadores, que alteraram o trajeto previsto.

No 'cortejo' dos bombeiros, a PSP terá identificado 15 sapadores considerados "mais radicais", avança o Expresso. O auto da polícia já terá seguido para o Ministério Público.

“A polícia sabia da nossa manifestação. Basta ver o dispositivo policial que montaram, que não seria possível organizar de um momento para o outro. Eles estavam à nossa espera. Não souberam por fonte oficial, porque a manifestação não foi organizada por sindicatos, mas sabiam”, afirma Frederica Pires, subchefe de 2ª classe do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, citada pelo jornal.

Frederica Pires defende que os petardos foram levados individualmente pelos sapadores e desmente a ideia de que estariam armazenados no quartel de Alvalade, onde "cerca de 2500 elementos" se reuniram por "ser central".

De acordo com a subchefe, o protesto começou a ser preparado dois ou três dias antes num grupo de Whatsapp.

Correio da Manhã
 
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