- Entrou
- Out 5, 2021
- Mensagens
- 63,703
- Gostos Recebidos
- 2,002
Comandante dos Famalicenses fica apesar da investigação
Direção dos Bombeiros diz que "não há, para já, motivos para pedir a demissão" de Bruno Alves. Contestação mantém-se.
A Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Famalicenses decidiu manter o comandante Bruno Alves à frente da corporação, apesar de estar a ser investigado pela Polícia Judiciária de Braga. Na terça-feira, várias equipas de inspetores da Brigada de Combate ao Crime Económico fizeram buscas no quartel, por existirem suspeitas de participação económica em negócio e falsificação de documentos que visam o comandante e o antigo presidente da Direção, António Meireles.
Amadeu Carneiro garante que nenhum dos dois foi constituído arguido e entende que "não há, para já, motivos para pedir a demissão do comandante Bruno Alves". O responsável dos Corpos Sociais dos Famalicenses diz que o comandante também não pediu a demissão e, "a não ser que haja evolução no processo que não seja o arquivamento", não há motivos para o afastar.
O comandante Bruno Alves, que está a ser contestado, pelo menos desde 2024, por dezenas de bombeiros do corpo ativo, é um dos alvos da investigação da PJ de Braga. O contrato com o supermercado propriedade da mulher de Bruno Alves, para o fornecimento de bens aos bombeiros, está no centro da investigação. Mas não só. Os inspetores pediram também as escalas de serviço dos últimos anos, sobretudo das equipas alocadas ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR). Os inspetores querem apurar se houve falsificação das escalas com objetivo de receber do Estado pagamentos indevidos.
O CM contactou o comandante Bruno Alves, que não quis prestar declarações.
Correio da Manhã
Direção dos Bombeiros diz que "não há, para já, motivos para pedir a demissão" de Bruno Alves. Contestação mantém-se.
A Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Famalicenses decidiu manter o comandante Bruno Alves à frente da corporação, apesar de estar a ser investigado pela Polícia Judiciária de Braga. Na terça-feira, várias equipas de inspetores da Brigada de Combate ao Crime Económico fizeram buscas no quartel, por existirem suspeitas de participação económica em negócio e falsificação de documentos que visam o comandante e o antigo presidente da Direção, António Meireles.
Amadeu Carneiro garante que nenhum dos dois foi constituído arguido e entende que "não há, para já, motivos para pedir a demissão do comandante Bruno Alves". O responsável dos Corpos Sociais dos Famalicenses diz que o comandante também não pediu a demissão e, "a não ser que haja evolução no processo que não seja o arquivamento", não há motivos para o afastar.
O comandante Bruno Alves, que está a ser contestado, pelo menos desde 2024, por dezenas de bombeiros do corpo ativo, é um dos alvos da investigação da PJ de Braga. O contrato com o supermercado propriedade da mulher de Bruno Alves, para o fornecimento de bens aos bombeiros, está no centro da investigação. Mas não só. Os inspetores pediram também as escalas de serviço dos últimos anos, sobretudo das equipas alocadas ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR). Os inspetores querem apurar se houve falsificação das escalas com objetivo de receber do Estado pagamentos indevidos.
O CM contactou o comandante Bruno Alves, que não quis prestar declarações.
Correio da Manhã
