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Conduz em contramão na A6. GNR interceta-o perto da Azaruja
Homem seguia no sentido Caia-Marateca. Não se sabe quantos quilómetros fez em contramão, mas GNR diz que interceção foi rápida.
Um condutor, de 45 anos e nacionalidade portuguesa, foi intercetado pela GNR em contramão na autoestrada 6 (A6), perto da Azaruja (Évora).
A interceção aconteceu na noite de quinta-feira, pouco depois das 23h00, e foi feita pelo Comando Territorial de Évora da GNR, através de duas patrulhas da brigada de trânsito de Estremoz. Segundo disse fonte oficial da GNR ao CM, após ser intercetado, o condutor foi submetido ao teste de alcoolemia, não tendo acusado álcool no sangue. A interceção do condutor foi feita ao quilómetro 92 da A6, no sentido Caia-Marateca.
Segundo a GNR, o condutor circulou pouco tempo em contramão, sendo intercetado minutos após o primeiro alerta recebido via 112. Mas a fonte da GNR ouvida pelo CM não soube dizer, ao certo, quantos quilómetros fez o condutor.
Uma vez que os factos podem constituir o crime de condução perigosa, foram comunicados ao Tribunal de Estremoz e o homem ficou com Termo de Identidade e Residência (TIR).
Correio da Manhã
Homem seguia no sentido Caia-Marateca. Não se sabe quantos quilómetros fez em contramão, mas GNR diz que interceção foi rápida.
Um condutor, de 45 anos e nacionalidade portuguesa, foi intercetado pela GNR em contramão na autoestrada 6 (A6), perto da Azaruja (Évora).
A interceção aconteceu na noite de quinta-feira, pouco depois das 23h00, e foi feita pelo Comando Territorial de Évora da GNR, através de duas patrulhas da brigada de trânsito de Estremoz. Segundo disse fonte oficial da GNR ao CM, após ser intercetado, o condutor foi submetido ao teste de alcoolemia, não tendo acusado álcool no sangue. A interceção do condutor foi feita ao quilómetro 92 da A6, no sentido Caia-Marateca.
Segundo a GNR, o condutor circulou pouco tempo em contramão, sendo intercetado minutos após o primeiro alerta recebido via 112. Mas a fonte da GNR ouvida pelo CM não soube dizer, ao certo, quantos quilómetros fez o condutor.
Uma vez que os factos podem constituir o crime de condução perigosa, foram comunicados ao Tribunal de Estremoz e o homem ficou com Termo de Identidade e Residência (TIR).
Correio da Manhã
