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Defesa de Simões Pereira diz que opositor guineese está impedido de aceder a advogados e médico
Opositor guineense está em prisão domiciliária desde janeiro, após passar mais de 60 dias detido na Segunda Esquadra de Bissau.
A defesa de Domingos Simões Pereira denunciou este domingo que o opositor guineense, em prisão domiciliária, está impedido de aceder aos advogados e ao irmão e médico pessoal, apelando à reação da comunidade internacional.
Em comunicado, o coletivo dos advogados denunciou "mais uma medida abusiva, ilegal à margem de qualquer razoabilidade do atual regime que, no passado dia 08 de abril, decidiu, pura e simplesmente, impedir o cidadão Domingos Simões Pereira de ter acesso aos seus advogados, contrariando o despacho da Promotoria do Tribunal Superior Militar".
Segundo a mesma nota, o opositor guineense está também impedido de receber o seu irmão, Camilo Simões Pereira, que é também seu médico pessoal.
Os advogados apontaram que isto significa que lhe "está a ser negada assistência médica e medicamentosa" e, por isso, Domingos Simões Pereira "pode correr perigo de vida".
O coletivo apelou novamente à população para que se mantenha vigilante e à comunidade internacional para que se pronuncie contra estas medidas "absurdas e abusivas" do atual regime guineense.
Domingos Simões Pereira encontra-se em prisão domiciliária desde janeiro, após passar mais de 60 dias detido na Segunda Esquadra de Bissau.
A 26 de novembro de 2025, os militares tomaram o poder, depuseram o Presidente cessante, Umaro Sissoco Embaló, e o processo eleitoral foi interrompido sem a divulgação dos resultados oficiais.
Vários opositores políticos do regime de Sissoco Embaló foram detidos, entre eles o principal líder da oposição, Domingos Simões Pereira.
Simões Pereira e o histórico Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) foram afastados das eleições gerais, presidenciais e legislativas, de 23 de novembro por decisão judicial e apoiaram Fernando Dias, que reclamou vitória na primeira volta.
Os militares alteraram a Constituição da Guiné-Bissau, atribuindo mais poderes ao Presidente da República, e marcaram novas eleições gerais para 06 de dezembro.
Correio da Manhã
Opositor guineense está em prisão domiciliária desde janeiro, após passar mais de 60 dias detido na Segunda Esquadra de Bissau.
A defesa de Domingos Simões Pereira denunciou este domingo que o opositor guineense, em prisão domiciliária, está impedido de aceder aos advogados e ao irmão e médico pessoal, apelando à reação da comunidade internacional.
Em comunicado, o coletivo dos advogados denunciou "mais uma medida abusiva, ilegal à margem de qualquer razoabilidade do atual regime que, no passado dia 08 de abril, decidiu, pura e simplesmente, impedir o cidadão Domingos Simões Pereira de ter acesso aos seus advogados, contrariando o despacho da Promotoria do Tribunal Superior Militar".
Segundo a mesma nota, o opositor guineense está também impedido de receber o seu irmão, Camilo Simões Pereira, que é também seu médico pessoal.
Os advogados apontaram que isto significa que lhe "está a ser negada assistência médica e medicamentosa" e, por isso, Domingos Simões Pereira "pode correr perigo de vida".
O coletivo apelou novamente à população para que se mantenha vigilante e à comunidade internacional para que se pronuncie contra estas medidas "absurdas e abusivas" do atual regime guineense.
Domingos Simões Pereira encontra-se em prisão domiciliária desde janeiro, após passar mais de 60 dias detido na Segunda Esquadra de Bissau.
A 26 de novembro de 2025, os militares tomaram o poder, depuseram o Presidente cessante, Umaro Sissoco Embaló, e o processo eleitoral foi interrompido sem a divulgação dos resultados oficiais.
Vários opositores políticos do regime de Sissoco Embaló foram detidos, entre eles o principal líder da oposição, Domingos Simões Pereira.
Simões Pereira e o histórico Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) foram afastados das eleições gerais, presidenciais e legislativas, de 23 de novembro por decisão judicial e apoiaram Fernando Dias, que reclamou vitória na primeira volta.
Os militares alteraram a Constituição da Guiné-Bissau, atribuindo mais poderes ao Presidente da República, e marcaram novas eleições gerais para 06 de dezembro.
Correio da Manhã
