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Detidos em Barcelona três suspeitos de ligações ao Hezbollah
Operação antiterrorista internacional centrou-se num apartamento num bairro do centro de Barcelona, próximo da famosa catedral da Sagrada Família.
Três pessoas suspeitas de estarem ligadas ao grupo islamita libanês Hezbollah foram detidas esta terça-feira em Barcelona, Espanha, numa operação antiterrorista internacional, revelaram fontes judiciais e policiais espanholas a meios de comunicação social locais.
No âmbito desta operação houve também detenções no Reino Unido e em França, segundo disseram à agência de notícias EFE as fontes ligadas à investigação policial e judicial, que não deram mais detalhes sobre os detidos nos outros países.
Em Barcelona, a operação centrou-se num apartamento num bairro do centro da cidade, próximo da famosa catedral da Sagrada Família, o mesmo em que em julho de 2024 tinham sido já detidas três pessoas suspeitas de construir mais de mil drones com componentes comprados a empresas espanholas e de outros países europeus para fornecer ao Hezbollah, grupo pró-xiita libanês apoiado pelo Irão.
Correio da Manhã

Operação antiterrorista internacional centrou-se num apartamento num bairro do centro de Barcelona, próximo da famosa catedral da Sagrada Família.
Três pessoas suspeitas de estarem ligadas ao grupo islamita libanês Hezbollah foram detidas esta terça-feira em Barcelona, Espanha, numa operação antiterrorista internacional, revelaram fontes judiciais e policiais espanholas a meios de comunicação social locais.
No âmbito desta operação houve também detenções no Reino Unido e em França, segundo disseram à agência de notícias EFE as fontes ligadas à investigação policial e judicial, que não deram mais detalhes sobre os detidos nos outros países.
Em Barcelona, a operação centrou-se num apartamento num bairro do centro da cidade, próximo da famosa catedral da Sagrada Família, o mesmo em que em julho de 2024 tinham sido já detidas três pessoas suspeitas de construir mais de mil drones com componentes comprados a empresas espanholas e de outros países europeus para fornecer ao Hezbollah, grupo pró-xiita libanês apoiado pelo Irão.
Correio da Manhã