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Empresário sequestra ao estilo da máfia três homens para os forçar a confessar desvio de mercadorias
Empresário e cúmplice mantiveram as vítimas duas horas amarradas e com armas apontadas à cabeça enquanto as esbofeteavam e pontapeavam.
Um empresário, de 45 anos, do ramo dos transportes de Abitureiras, Santarém, foi condenado a sete anos de prisão por ter sequestrado e agredido outro empresário e dois motoristas, para os forçar a confessar um desvio de mercadorias no valor de 82 mil euros. Um cúmplice brasileiro, de 30 anos, foi condenado a oito anos de cadeia, tendo o Tribunal de Santarém condenado os dois arguidos por seis crimes de sequestro e de coação agravada.
O caso remonta a agosto de 2023, quando as vítimas foram atadas nos pulsos com abraçadeiras e ameaçadas de morte com um martelo e armas de fogo apontadas à cabeça, num cenário digno de uma série sobre a máfia.
Meses antes, o arguido subcontratou o empresário agredido para transportar mercadorias de Almeirim e de Alverca para a Azambuja.
Pouco tempo depois, foi detetada uma grande disparidade entre as bebidas carregadas nas fábricas dos produtores e as que foram entregues no destino, pelo que o arguido não teve dúvidas de que se tratava de um furto por parte da empresa subcontratada.
As vítimas estiveram duas horas sequestradas, amarradas no chão, agredidas à paulada, estalada e a pontapé, e com armas de fogo apontadas, tendo ainda sido obrigadas a admitir a responsabilidade pelo furto num vídeo gravado com telemóvel. Os arguidos vão recorrer.
Correio da Manhã

Empresário e cúmplice mantiveram as vítimas duas horas amarradas e com armas apontadas à cabeça enquanto as esbofeteavam e pontapeavam.
Um empresário, de 45 anos, do ramo dos transportes de Abitureiras, Santarém, foi condenado a sete anos de prisão por ter sequestrado e agredido outro empresário e dois motoristas, para os forçar a confessar um desvio de mercadorias no valor de 82 mil euros. Um cúmplice brasileiro, de 30 anos, foi condenado a oito anos de cadeia, tendo o Tribunal de Santarém condenado os dois arguidos por seis crimes de sequestro e de coação agravada.
O caso remonta a agosto de 2023, quando as vítimas foram atadas nos pulsos com abraçadeiras e ameaçadas de morte com um martelo e armas de fogo apontadas à cabeça, num cenário digno de uma série sobre a máfia.
Meses antes, o arguido subcontratou o empresário agredido para transportar mercadorias de Almeirim e de Alverca para a Azambuja.
Pouco tempo depois, foi detetada uma grande disparidade entre as bebidas carregadas nas fábricas dos produtores e as que foram entregues no destino, pelo que o arguido não teve dúvidas de que se tratava de um furto por parte da empresa subcontratada.
As vítimas estiveram duas horas sequestradas, amarradas no chão, agredidas à paulada, estalada e a pontapé, e com armas de fogo apontadas, tendo ainda sido obrigadas a admitir a responsabilidade pelo furto num vídeo gravado com telemóvel. Os arguidos vão recorrer.
Correio da Manhã