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EUA querem acordo de paz na Ucrânia já em março
Prazo provavelmente será adiado devido à falta de consenso sobre a questão crucial do território.
Os negociadores dos Estados Unidos e da Ucrânia querem realizar um acordo de paz já em março, embora esse prazo provavelmente seja adiado devido à falta de consenso sobre a questão crucial do território.
De acordo com a estrutura que está a ser discutida pelos negociadores americanos e ucranianos, qualquer acordo seria submetido a um referendo pelos eleitores ucranianos, que votariam simultaneamente nas eleições nacionais, avança a Reuters.
A equipa de negociação dos EUA, liderada pelo enviado especial Steve Witkoff e pelo genro do presidente Donald Trump, Jared Kushner, expressou em reuniões recentes em Abu Dhabi e Miami, que seria melhor se essa votação ocorresse em breve.
A segunda ronda de negociações mediadas pelos Estados Unidos foi concluída na passada quinta-feira, em Abu Dhabi, com a libertação de 314 prisioneiros de guerra e o compromisso de retomar as discussões em breve. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, afirmou que a próxima reunião trilateral provavelmente ocorrerá em breve nos Estados Unidos.
Correio da Manhã
Prazo provavelmente será adiado devido à falta de consenso sobre a questão crucial do território.
Os negociadores dos Estados Unidos e da Ucrânia querem realizar um acordo de paz já em março, embora esse prazo provavelmente seja adiado devido à falta de consenso sobre a questão crucial do território.
De acordo com a estrutura que está a ser discutida pelos negociadores americanos e ucranianos, qualquer acordo seria submetido a um referendo pelos eleitores ucranianos, que votariam simultaneamente nas eleições nacionais, avança a Reuters.
A equipa de negociação dos EUA, liderada pelo enviado especial Steve Witkoff e pelo genro do presidente Donald Trump, Jared Kushner, expressou em reuniões recentes em Abu Dhabi e Miami, que seria melhor se essa votação ocorresse em breve.
A segunda ronda de negociações mediadas pelos Estados Unidos foi concluída na passada quinta-feira, em Abu Dhabi, com a libertação de 314 prisioneiros de guerra e o compromisso de retomar as discussões em breve. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, afirmou que a próxima reunião trilateral provavelmente ocorrerá em breve nos Estados Unidos.
Correio da Manhã
