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Notícias Gripe ou Covid? Há uma forma simples de perceber a diferença, diz médica

Lordelo

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O pico de casos de gripe e Covid já passou, mas por vezes acaba por ser complicado distinguir os sintomas. Uma médica revelou uma forma simples de perceber a diferença que o pode ajudar a tratar a infeção de uma forma diferente.


Rupa Parmar, médica de família e diretora do Midland Health, explicou ao Mirror que é possível perceber o que o está a afetar sem recurso a qualquer tipo de testes comprados ou feitos no hospital.


"Existem algumas diferenças importantes entre uma gripe comum, a Covid-19 e a constipação que podem ajudar facilmente a diferenciá-las”, começa por dizer. Continua a dizer que uma das formas de conseguir distinguir está em identificar a rapidez com que os sintomas aparecem.


A médica revela que no caso da gripe acaba por ser algo mais repentino. Já na Covid os sintomas aparecem de forma mais gradual. “Os sintomas de uma constipação aparecem gradualmente, enquanto os sintomas da gripe surgem repentinamente, em poucas horas, e os sintomas da Covid podem começar leves e progredir em gravidade.”





Será possível distinguir através da tosse?


O NHS, o serviço de saúde do Reino Unido, partilhou algumas diferenças que a que deve estar atento. Devido ao facto de as doenças terem alguns sinais idênticos, poderá ajudar perceber que existem formas de distinguir.


É o que acontece no caso da tosse. O NHS, aqui citado pelo The Mirror, refere que a tosse está presente nas duas condições. Contudo, no caso da gripe, acaba por ser um sintoma de surge rapidamente e caracteriza-se por ser uma tosse seca.


Já no caso da Covid, explicam que é uma tosse diferente da que possa ter tido e também que é algo contínuo. Dizem ainda que deve estar atento se “tossir muito ao longo de uma hora ou se tiver três ou mais episódios de tosse em apenas 24 horas”.


Gripe. Quando é que deve ser visto por um médico?


O website do Cedars-Sinai Medical Center começa por dizer que existem pessoas que são mais vulneráveis. É preciso estar mais atento aos sinais nestes casos para evitar complicações devido à gripe. É o caso de pessoas com mais de 65 anos, mulheres, pessoas imunocomprometidas ou com doenças crónicas.


“São pessoas de alto risco que ao apresentam sintomas graves de gripe, como febre, calafrios e dores no corpo, não devem hesitar em ir às urgências se não houver outras opções”, explica o médico Joel Geiderman.


Mesmo que não se enquadre no grupo de pessoas de risco, deverá ser visto por um médico em situações em que apresenta dificuldade em respirar, pressão e dor na zona do peito ou abdómen, tonturas repentinas, vómitos e quando os sintomas não melhoram.


“Uma recomendação geral para pessoas saudáveis é tomar medicamentos de venda livre para controlar os sintomas, ficar na cama e beber muitos líquidos”, continua o especialista.


O médico revela que pode ser complicado identificar a gripe numa criança, especialmente quando ainda não falam e não caminham. Assim, diz que é preciso ter atenção à pele e aos lábios quando ficam com um tom azulado, à respiração rápida e difícil, à ausência de lágrimas ao chorar ou à febre com reações cutâneas.

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