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Guarda condenado por introduzir telemóveis na cadeia de Custoias
Nuno Barbosa, conhecido por 'Brad Pitt', levou pena suspensa de dois anos.
O Tribunal de Matosinhos deu a maioria dos factos como provados e condenou um antigo guarda prisional a dois anos de pena suspensa por um crime de corrupção passiva. Ficou provado que Nuno Barbosa - conhecido pela alcunha de 'Brad Pitt' - permitiu a introdução de telemóveis e droga na cadeia de Custoias, em Matosinhos. A pena fica suspensa por um período de três anos, sendo que o arguido tem de pagar 3650 euros. O processo envolvia ainda um recluso, que foi condenado a três anos de prisão efetiva. Já a ex-mulher deste homem levou um ano e três meses de pena suspensa.
Os factos remontam ao final de 2017. Ficou provado esta terça-feira em tribuna que, em pelo menos dois momentos diferentes, o guarda permitiu a entrada dos telemóveis e da droga. Uma das situações ocorreu em setembro daquele ano. Com a ajuda da mulher do recluso, Nuno Barbosa conseguiu puxar um fio do exterior, que tinha quatro pacotes de leite aos quais estavam colados com fita adesiva nove telemóveis, oito carregadores e 56 gramas de canábis em resina. "Receber dinheiro para introduzir droga no Estabelecimento Prisional vai contra os deveres funcionais de um guarda. Os factos constituíram um perigo para a segurança e ordem pública", disse o juiz.
O processo tinha mais três arguidos. Um deles foi ilibado e outros dois serão julgados à parte. O antigo guarda foi demitido e agora trabalha como pescador.
Correio da Manhã
Nuno Barbosa, conhecido por 'Brad Pitt', levou pena suspensa de dois anos.
O Tribunal de Matosinhos deu a maioria dos factos como provados e condenou um antigo guarda prisional a dois anos de pena suspensa por um crime de corrupção passiva. Ficou provado que Nuno Barbosa - conhecido pela alcunha de 'Brad Pitt' - permitiu a introdução de telemóveis e droga na cadeia de Custoias, em Matosinhos. A pena fica suspensa por um período de três anos, sendo que o arguido tem de pagar 3650 euros. O processo envolvia ainda um recluso, que foi condenado a três anos de prisão efetiva. Já a ex-mulher deste homem levou um ano e três meses de pena suspensa.
Os factos remontam ao final de 2017. Ficou provado esta terça-feira em tribuna que, em pelo menos dois momentos diferentes, o guarda permitiu a entrada dos telemóveis e da droga. Uma das situações ocorreu em setembro daquele ano. Com a ajuda da mulher do recluso, Nuno Barbosa conseguiu puxar um fio do exterior, que tinha quatro pacotes de leite aos quais estavam colados com fita adesiva nove telemóveis, oito carregadores e 56 gramas de canábis em resina. "Receber dinheiro para introduzir droga no Estabelecimento Prisional vai contra os deveres funcionais de um guarda. Os factos constituíram um perigo para a segurança e ordem pública", disse o juiz.
O processo tinha mais três arguidos. Um deles foi ilibado e outros dois serão julgados à parte. O antigo guarda foi demitido e agora trabalha como pescador.
Correio da Manhã
