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Um homem descobriu dez gramas de ouro no estômago de um pato, em Longhui, na província chinesa de Hunan, depois de feito um teste ao metal. A descoberta foi feita enquanto o dono do animal preparava a carne para fazer o jantar.
De acordo com o que escreve esta sexta-feira o jornal South China Morning Post, as esparsas gramas de ouro valem 12 mil yuans, cerca de 1.500 euros.
O homem, identificado como Liu, criou o animal nos seus terrenos e, depois, acabou por ser ele a matá-lo, para consumo.
Inicialmente, o proprietário pensou que o material encontrado no estômago do animal poderiam ser apenas pequenas pedras ou restos metálicos, mas depois questionou-se sobre o brilho que estes tinham. E fez um teste caseiro: usou uma chama direta no material e, vendo que este não mudava de cor, suspeitou de que pudesse tratar-se de ouro (isto porque o metal não escurece quando exposto a muito calor, tornando-se até, muitas vezes, mais brilhante).
Escreve a publicação chinesa que o departamento de recursos naturais local ainda não confirmou se as partículas encontradas no animal são mesmo ouro, tendo dito que é "necessária uma verificação adicional por agências especializadas para confirmar" a natureza do material.
Mas as autoridades locais dizem que esta versão é muito provável, dado que, historicamente, a região tem sido associada a várias descobertas relacionadas com este material - nomeadamente, o de partículas de ouro que foram encontradas em zonas fluviais, que muitos patos frequentam.
A publicação chinesa lembra ainda que a própria província, Hunan, é reconhecida pelos recursos em termos de minerais - e que, em 2024, especialistas identificaram uma grande reserva de ouro sob o campo de Wangu, numa outra região da mesma província. Confirmaram-se então cerca de mil toneladas de ouro.
Este material pode também aparecer em forma de depósito fluvial, já que pequenas partículas podem desprender-se dos minerais que são maiores, sendo assim transportadas pelo rio.
O pato em causa poderá ter consumido estas partículas que se desprenderam, dado que os animais se alimentam em zonas lamacentas e águas rasas, onde este material vai parar normalmente, por curso do rio.
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