- Entrou
- Out 5, 2021
- Mensagens
- 54,426
- Gostos Recebidos
- 1,527
Homem que feriu outros três com disparo de caçadeira em Cacilhas em prisão preventiva
Tribunal avalia as condições para aplicação de pulseira eletrónica no arguido.
Um homem, com cerca de 30 anos, entregou-se na Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal na última terça-feira, assumindo a autoria do disparo de caçadeira, à queima roupa, que feriu três homens entre os 22 e os 28 anos que, no sábado, se encontravam no interior de uma viatura junto ao terminal fluvial de Cacilhas, Almada.
Na origem do ataque, apurou o CM junto de fonte próxima do agressor, esteve uma aparente vingança por uma discussão mantida entre o detido, e os outros três homens, à saída de uma discoteca no Cais do Ginjal, próximo do local do disparo. À PJ, o homem disse ter agido depois de uma das vítimas ter agredido um amigo seu, o que levou a que interviesse em defesa deste. Foi então, ao que garantiu, ameaçado de morte. O agressor foi buscar uma caçadeira a casa do avô, e efetuou um disparo para o vidro para-brisas da viatura onde se encontravam os outros três homens. O que se encontrava no lugar do pendura sofreu ferimentos considerados graves. Os médicos chegaram a reciar que pudesse perder a visão, mas tal não se confirmou. Os outros dois feridos foram atingidos apenas por estilhaços dos vidros.
A arma, acrescentou, foi depois atirada para o rio Tejo.
Depois de assumir a autoria do crime, o homem foi presente ao tribunal de Almada. O juiz que o interrogou decretou a prisão preventiva, enquanto o tribunal avalia as condições para aplicação de pulseira eletrónica no arguido.
Pedro Pestana, advogado do autor confesso do ataque, disse ao CM que “ao entregar-se espontaneamente à PJ, o arguido provou não ter qualquer intenção de fugir ou se esquivar à ação da justiça. Sempre foi uma pessoa integrada, e sempre trabalhou dignamente”.
Correio da Manhã

Tribunal avalia as condições para aplicação de pulseira eletrónica no arguido.
Um homem, com cerca de 30 anos, entregou-se na Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal na última terça-feira, assumindo a autoria do disparo de caçadeira, à queima roupa, que feriu três homens entre os 22 e os 28 anos que, no sábado, se encontravam no interior de uma viatura junto ao terminal fluvial de Cacilhas, Almada.
Na origem do ataque, apurou o CM junto de fonte próxima do agressor, esteve uma aparente vingança por uma discussão mantida entre o detido, e os outros três homens, à saída de uma discoteca no Cais do Ginjal, próximo do local do disparo. À PJ, o homem disse ter agido depois de uma das vítimas ter agredido um amigo seu, o que levou a que interviesse em defesa deste. Foi então, ao que garantiu, ameaçado de morte. O agressor foi buscar uma caçadeira a casa do avô, e efetuou um disparo para o vidro para-brisas da viatura onde se encontravam os outros três homens. O que se encontrava no lugar do pendura sofreu ferimentos considerados graves. Os médicos chegaram a reciar que pudesse perder a visão, mas tal não se confirmou. Os outros dois feridos foram atingidos apenas por estilhaços dos vidros.
A arma, acrescentou, foi depois atirada para o rio Tejo.
Depois de assumir a autoria do crime, o homem foi presente ao tribunal de Almada. O juiz que o interrogou decretou a prisão preventiva, enquanto o tribunal avalia as condições para aplicação de pulseira eletrónica no arguido.
Pedro Pestana, advogado do autor confesso do ataque, disse ao CM que “ao entregar-se espontaneamente à PJ, o arguido provou não ter qualquer intenção de fugir ou se esquivar à ação da justiça. Sempre foi uma pessoa integrada, e sempre trabalhou dignamente”.
Correio da Manhã