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Homem viola vizinha de 20 anos em Santo Tirso
Vítima é vizinha e as famílias amigas. Violador aproveitou que ela foi a sua casa buscar aparelho médico.
Um homem de 64 anos é suspeito de ter violado uma vizinha de 20 anos, em casa deste, em Vila das Aves, Santo Tirso. O crime terá ocorrido na quarta-feira. O violador, que é vizinho e amigo da família da rapariga, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ).
"No referido dia, a vítima deslocou-se a casa do agressor para procurar um dispositivo médico de que necessita, pois tê-lo-ia lá deixado num período em que esteve aos cuidados daquele e da sua companheira. Aproveitando-se do facto de estar sozinho com a vítima, o arguido sujeitou-a, por meio de força física, a diversas práticas sexuais abusivas", descreve a PJ.
Os abusos só cessaram quando a madrasta da vítima, estranhando a sua demora, "foi a casa do vizinho procurando perceber sobre a demora, conseguindo a vítima, nessa altura, libertar-se".
"Após reportar o sucedido à madrasta, a vítima denunciou os factos, no próprio dia, tendo sido iniciadas, de imediato, as diligências de recolha de prova e reunidos fortes indícios da prática do ilícito, pelo denunciado, pelo que se efetuou a respetiva detenção fora de flagrante delito", afirma a Judiciária.
O detido, sem antecedentes criminais, será presente a primeiro interrogatório judicial.
Correio da Manhã
Vítima é vizinha e as famílias amigas. Violador aproveitou que ela foi a sua casa buscar aparelho médico.
Um homem de 64 anos é suspeito de ter violado uma vizinha de 20 anos, em casa deste, em Vila das Aves, Santo Tirso. O crime terá ocorrido na quarta-feira. O violador, que é vizinho e amigo da família da rapariga, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ).
"No referido dia, a vítima deslocou-se a casa do agressor para procurar um dispositivo médico de que necessita, pois tê-lo-ia lá deixado num período em que esteve aos cuidados daquele e da sua companheira. Aproveitando-se do facto de estar sozinho com a vítima, o arguido sujeitou-a, por meio de força física, a diversas práticas sexuais abusivas", descreve a PJ.
Os abusos só cessaram quando a madrasta da vítima, estranhando a sua demora, "foi a casa do vizinho procurando perceber sobre a demora, conseguindo a vítima, nessa altura, libertar-se".
"Após reportar o sucedido à madrasta, a vítima denunciou os factos, no próprio dia, tendo sido iniciadas, de imediato, as diligências de recolha de prova e reunidos fortes indícios da prática do ilícito, pelo denunciado, pelo que se efetuou a respetiva detenção fora de flagrante delito", afirma a Judiciária.
O detido, sem antecedentes criminais, será presente a primeiro interrogatório judicial.
Correio da Manhã
