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Irão rejeita reabrir Estreito de Ormuz e diz que negociações são "incompatíveis com ultimatos e ameaças"
Proposta de paz apresentada aos Estados Unidos e ao Irão implica um cessar-fogo imediato de 45 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz.
O Irão rejeitou reabrir o Estreito de Ormuz em troca de um cessar-fogo imediato mas temporário, de 45 dias, como sugere a proposta do novo plano de paz apresentado esta segunda-feira.
Segundo o The Independent, Teerão diz não acreditar que os Estados Unidos estejam preparados para a paz, face às recentes ameaças de Trump. Esmaeil Baghaei, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, afirmou que o Irão vincou a sua posição face às propostas apresentadas, acrescentando que as negociações são "incompatíveis com ultimatos e ameaças de cometer crimes de guerra".
"O Irão não hesita em expressar claramente aquilo que considera serem as suas exigências legítimas, e tal atitude não deve ser interpretada como um sinal de cedência, mas sim como um reflexo da sua confiança na defesa das suas posições", cita a mesma fonte.
A proposta de paz que conta com contributos de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos coloca os 45 dias de cessar-fogo como um tempo que permitiria que as negociações conduzissem ao fim permanente da guerra.
Correio da Manhã
Proposta de paz apresentada aos Estados Unidos e ao Irão implica um cessar-fogo imediato de 45 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz.
O Irão rejeitou reabrir o Estreito de Ormuz em troca de um cessar-fogo imediato mas temporário, de 45 dias, como sugere a proposta do novo plano de paz apresentado esta segunda-feira.
Segundo o The Independent, Teerão diz não acreditar que os Estados Unidos estejam preparados para a paz, face às recentes ameaças de Trump. Esmaeil Baghaei, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, afirmou que o Irão vincou a sua posição face às propostas apresentadas, acrescentando que as negociações são "incompatíveis com ultimatos e ameaças de cometer crimes de guerra".
"O Irão não hesita em expressar claramente aquilo que considera serem as suas exigências legítimas, e tal atitude não deve ser interpretada como um sinal de cedência, mas sim como um reflexo da sua confiança na defesa das suas posições", cita a mesma fonte.
A proposta de paz que conta com contributos de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos coloca os 45 dias de cessar-fogo como um tempo que permitiria que as negociações conduzissem ao fim permanente da guerra.
Correio da Manhã
