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Irão retalia e declara que exércitos europeus são "grupos terroristas"
UE classificou a Guarda Revolucionária do Irão como organização terrorista, em resposta à repressão de manifestações recentes no país que causaram milhares de mortos.
O Irão considera as forças armadas europeias "grupos terroristas", declarou este domingo o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, após decisão da União Europeia de classificar a Guarda Revolucionária como uma "organização terrorista".
"De acordo com o artigo 7.º da lei sobre as contramedidas relativas à designação do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica como organização terrorista, os exércitos dos países europeus são considerados grupos terroristas", declarou no Parlamento Ghalibaf que, à semelhança dos deputados estava vestido com o uniforme da divisão das forças armadas iranianas, em solidariedade.
A União Europeia classificou na quinta-feira a Guarda Revolucionária do Irão como organização terrorista, em resposta à repressão de manifestações recentes no país que causaram milhares de mortos.
Correio da Manhã
UE classificou a Guarda Revolucionária do Irão como organização terrorista, em resposta à repressão de manifestações recentes no país que causaram milhares de mortos.
O Irão considera as forças armadas europeias "grupos terroristas", declarou este domingo o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, após decisão da União Europeia de classificar a Guarda Revolucionária como uma "organização terrorista".
"De acordo com o artigo 7.º da lei sobre as contramedidas relativas à designação do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica como organização terrorista, os exércitos dos países europeus são considerados grupos terroristas", declarou no Parlamento Ghalibaf que, à semelhança dos deputados estava vestido com o uniforme da divisão das forças armadas iranianas, em solidariedade.
A União Europeia classificou na quinta-feira a Guarda Revolucionária do Irão como organização terrorista, em resposta à repressão de manifestações recentes no país que causaram milhares de mortos.
Correio da Manhã
