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Mais de 20 mil em vigília junto a embaixada de França em Copenhaga

kokas

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Set 27, 2006
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[h=2]Mais de 20.000 pessoas, entre as quais o primeiro-ministro dinamarquês, concentraram-se hoje numa vigília à luz de velas frente à embaixada francesa em Copenhaga num ato de solidariedade com as vítimas dos atentados em Paris, disse a polícia.
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A Dinamarca também foi vítima de atentados de extremistas islâmicos


Em 14 de fevereiro, extremistas islâmicos mataram um cineasta dinamarquês num café de um centro cultural onde decorria um debate sobre o Islão e a liberdade de expressão.
Umas horas depois, um judeu foi morto junto à sinagoga de Copenhaga enquanto no interior desta decorria um "bar mitzvah".
A polícia estima entre 15.000 e 20.000 o total de pessoas que participaram na cerimónia de hoje em Copenhaga", disse um porta-voz da polícia à agência de notícias dinamarquesa Ritzau.
Os manifestantes, alguns dos quais usavam roupas de cor azul, branca e vermelha -- as cores da bandeira francesa -- cumpriram um minuto de silêncio.
"Qual é a resposta mais forte que podemos ter? Continuar a viver e recusarmo-nos a ser intimidados. Se não nos atrevermos a sentar-nos numa esplanada de um café, então estamos perdidos. Insistimos em defender a democracia e a alegria de viver", disse, durante a vigília, o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, visivelmente comovido.
O embaixador de França em Copenhaga, François Zimeray, também participou na vigília.
"Para nós, é um forte sinal de que o povo dinamarquês está solidário com França. Estão a lutar na mesma batalha... a lutar pelos mesmos valores", disse François Zimeray.
"Os dinamarqueses sabem... eles correm os mesmos riscos", acrescentou.
A vigília, que foi convocada pelas juventudes partidárias de todos os partidos políticos, é a segunda realizada em dois dias na capital dinamarquesa.
"Estou aqui porque acho que é muito importante para todos mostramos que estamos contra o terror", disse Zahraa Khanjer, um consultor de marketing, de ´hijab` (lenço) na cabeça.
Estou aqui a título individual e como muçulmano, frisou.
Centenas de dinamarqueses, incluindo o príncipe consorte Henrique, nascido em França, deslocaram-se, no sábado, à embaixada de França em Copenhaga onde depositaram flores numa homenagem às vítimas dos atentados de sexta-feira em Paris, que fizeram, pelo menos, 132 mortos, entre os quais dois portugueses.
De acordo com o último balanço feito pelos hospitais, 42 feridos continuavam hoje à tarde em vigilância intensiva em unidades de reanimação.


nm

 
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