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Mais de 40% das empresas experienciaram situações de fraude no último ano
Principais eventos corridos foram os ciberataques (25%) e o conluio em esquemas de fraude e meios de pagamento (14%).
Mais de 40% das empresas portuguesas experienciaram algum tipo de fraude ou infração no último ano, verificando-se um aumento de 19 pontos percentuais face ao último ano, segundo dados da Deloitte esta sexta-feira divulgados.
"Quase metade das empresas portuguesas afirmam ter experienciado algum tipo de fraude ou infração conexa no último ano -- em concreto 42%, um número que representa uma subida de 19 pontos percentuais face ao ano passado", indicou, em comunicado, a Deloitte.
De acordo com o estudo 'Corruption & Fraud' de 2024, que inquiriu líderes organizacionais de Portugal, os principais eventos corridos foram os ciberataques (25%) e o conluio em esquemas de fraude e meios de pagamento (14%).
Segundo os inquiridos, os principais motivos para estas ocorrências foram a ineficiência dos sistemas de controlo (46%) e a falta de valores éticos (29%).
Para a maior parte dos líderes organizacionais (97%), é importante a utilização de tecnologia na prevenção da fraude e corrupção.
"A fraude e a corrupção continuam a ser um desafio de elevada complexidade tanto para o setor empresarial como para a sociedade. No caso das empresas, é essencial que estas acompanhem a evolução das ferramentas tecnológicas, nomeadamente incorporando nos seus processos a inteligência artificial generativa (GenAI). Sendo claro que ainda há espaço para ampliar as capacidades empresariais para dar resposta a situações de fraude e corrupção", afirmou, citado na mesma nota, o 'partner' da Deloitte Gonçalo Quintino.
Entre os principais riscos da corrupção encontra-se a existência de interesses não divulgados (64%) e o recebimento ou ofertas indevidas de vantagem (55%).
Já entre os principais riscos de crime financeiro aos quais as empresas se encontram expostas inclui-se o de fraude e corrupção (41%), de violação de conduta (30%) e de branqueamento de capitais (14%).
Para este estudo foram consideradas 118 respostas, 63% das quais de grandes empresas e 32% foram recolhidas no setor industrial.
Correio da Manhã

Principais eventos corridos foram os ciberataques (25%) e o conluio em esquemas de fraude e meios de pagamento (14%).
Mais de 40% das empresas portuguesas experienciaram algum tipo de fraude ou infração no último ano, verificando-se um aumento de 19 pontos percentuais face ao último ano, segundo dados da Deloitte esta sexta-feira divulgados.
"Quase metade das empresas portuguesas afirmam ter experienciado algum tipo de fraude ou infração conexa no último ano -- em concreto 42%, um número que representa uma subida de 19 pontos percentuais face ao ano passado", indicou, em comunicado, a Deloitte.
De acordo com o estudo 'Corruption & Fraud' de 2024, que inquiriu líderes organizacionais de Portugal, os principais eventos corridos foram os ciberataques (25%) e o conluio em esquemas de fraude e meios de pagamento (14%).
Segundo os inquiridos, os principais motivos para estas ocorrências foram a ineficiência dos sistemas de controlo (46%) e a falta de valores éticos (29%).
Para a maior parte dos líderes organizacionais (97%), é importante a utilização de tecnologia na prevenção da fraude e corrupção.
"A fraude e a corrupção continuam a ser um desafio de elevada complexidade tanto para o setor empresarial como para a sociedade. No caso das empresas, é essencial que estas acompanhem a evolução das ferramentas tecnológicas, nomeadamente incorporando nos seus processos a inteligência artificial generativa (GenAI). Sendo claro que ainda há espaço para ampliar as capacidades empresariais para dar resposta a situações de fraude e corrupção", afirmou, citado na mesma nota, o 'partner' da Deloitte Gonçalo Quintino.
Entre os principais riscos da corrupção encontra-se a existência de interesses não divulgados (64%) e o recebimento ou ofertas indevidas de vantagem (55%).
Já entre os principais riscos de crime financeiro aos quais as empresas se encontram expostas inclui-se o de fraude e corrupção (41%), de violação de conduta (30%) e de branqueamento de capitais (14%).
Para este estudo foram consideradas 118 respostas, 63% das quais de grandes empresas e 32% foram recolhidas no setor industrial.
Correio da Manhã